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ASSASSINATOS DE BRUNINI E FAUZE

Arcanjo nega ser mandante e julgamento será retomado nesta sexta

Reprodução

O julgamento do ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro será retomado na manhã desta sexta-feira (11), a partir das 8h.

Ele foi suspenso, há pouco, pela juíza Mônica Perri, presidente do Tribunal do Júri.

Tanto defesa como o Ministério Público do Estado interrogaram Arcanjo.

O ex-comendador negou que tenha qualquer relação com as mortes de Rivelino Brunini, de Fauze Rachid Jaudy e da tentativa de homicídio do pintor Gisleno Fernandes.

Arcanjo é julgado pelas mortes de Rivelino Brunini, Fauze Rachid Jaudy e pela tentativa de homicídio contra o pintor Gisleno Fernandes. Foto: Assessoria TJ/MT

Arcanjo é julgado pelas mortes de Rivelino Brunini, Fauze Rachid Jaudy e pela tentativa de homicídio contra o pintor Gisleno Fernandes. Foto: Assessoria TJ/MT

O crime aconteceu no dia 5 de junho de 2002, na Avenida do CPA, em Cuiabá, em plena luz do dia.

Outras testemunhas também foram ouvidas nesta quinta-feira (10), sendo uma delas a irmã de Rivelino Brunini, Raquel Brunini, que depôs na condição de informante, e preferiu falar sem a presença de Arcanjo.

Raquel disse que Arcanjo pretendia acabar com a família do irmão dela, já que Rivelino estaria ‘atravessando’ os negócios do ex-bicheiro.

O MPE espera que Arcanjo seja condenado a pelo menos 46 anos de prisão.

Ele está preso numa penitenciária federal de Rondônia.

João Arcanjo Ribeiro já tem mais de 10 anos atrás das grades.

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