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Campanha Conciliação Prefeitura Out/18
Cuiabá, quarta, 17 de outubro de 2018

EX-SECRETÁRIOS

Tribunal de Justiça nega HC para Cursi e Nadaf aguarda apreciação do pedido

GAZETA DIGITAL

Secom

As defesas dos ex-secretários de Estado, Marcel Souza de Cursi (Sefaz) e Pedro Nadaf (Casa Civil) acionaram, mais uma vez, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) com pedidos de habeas corpus.

Agora, os advogados tentam revogar as prisões preventivas do ex-gestores decretadas na 2ª fase da Operação Sodoma.

Cursi já teve a liminar negada pelo relator Alberto Ferreira de Souza enquanto o pedido de Nadaf, distribuído para o mesmo desembargador, ainda aguarda apreciação.

Os advogados de Pedro Nadaf adotaram como estratégia protocolar o HC num plantão de final de semana, mas a tática não deu certo.

Isso porque o desembargador Orlando Perri, enquanto plantonista no último domingo (10), se recusou apreciar o caso e mandou redistribuir o HC uma vez que Nadaf está preso há meses e somente agora a defesa decidiu ingressar com pedido de liberdade.

Na 2ª fase da Sodoma, deflagrada no dia 13 de março, o principal alvo foi o ex-secretário de Administração, César Roberto Zílio que comprou um terreno localizado na Avenida Beira Rio em Cuiabá, por R$ 13 milhões utilizando dinheiro supostamente desviado dos cofres públicos por meio de um esquema de corrupção com a participação de outros ex-secretários.

Nesse contexto, entram em cena Marcel Cursi, Pedro Nadaf, Karla Cecília de Oliveira Cintra, assessora direta de Pedro Nadaf e ainda o empresário Willian Paulo Mischur dono da Consignum, empresa de empréstimo consignado para servidores públicos.

Zílio ganhou liberdade no dia 23 de março porque aceitou colaborar com as investigações. Ele segue em prisão domiciliar e é monitorado por uma tornozeleira eletrônica.

Karla conseguiu um habeas corpus no TJ e ganhou liberdade no dia seguinte ao da prisão enquanto Mischur teve a prisão preventiva revogada pela própria juíza que o mandou prender: Selma Rosane Santos Arruda, titular da 7ª Vara Criminal de Cuiabá.

Ela colocou o empresário em liberdade porque ele, ao ser ouvido na Delegacia Fazendária (Defaz), colaborou com as investigações e explicou em detalhes como o esquema funcionava. Documentos apreendidos e detalhes do depoimento de Mischur deram origem à 3ª fase da Sodoma.

Marcel e Nadaf continuam presos. Em caso de decisão favorável quando o mérito do habeas corpus for apreciado pelo Tribunal de Justiça, Marcel ganhará liberdade.

Já Pedro Nadaf tem contra ele outra prisão decretada na Operação Seven, a qual tenta revogar “pegando carona” num habeas corpus concedido ao ex-governador Silval Barobsa (PMDB) no dia 23 de março.

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