SODOMA III

Juiz muda data de depoimentos de Silval, Nadaf, Alan Malouf, Marcel e mais 8 pessoas; veja como ficou o calendário divulgado pelo TJMT

MATO GROSSO MAIS

O juiz Jorge Luiz Tadeu Rodrigues mudou a data dos depoimentos de 11 réus da ação penal decorrente da Operação Sodoma III.

O magistrado alegou excesso de audiências para cumprir a agenda de interrogatórios da Sodoma III.

Com a alteração de datas, o ex-presidente do Intermat, Afonso Dalberto, delator da Sodoma III, deverá ser ouvido no dia 03 de julho.

O ex-secretário de Casa Civil, Pedro Nadaf deverá prestar depoimento no dia seguinte.

O ex-governador Silval Barbosa e o seu ex-chefe de gabinete, Silvio Corrêa, deverão ser ouvidos no dia 05 de julho.

O empresário Alan Malouf, sócio de um buffet de luxo de Cuiabá, deverá ser prestar esclarecimentos no dia 06 de julho.

O ex-procurador do Estado, Francisco Gomes de Andrade Lima, o Chico Lima, e o ex-secretário de Estado, Arnaldo Alves, deverão ser ouvidos no dia 07 de julho.

O empresário Valdir Piran e o ex-secretário de Fazenda, Marcel de Cursi, deverão prestar depoimento no dia 10 de julho.

Todos os depoimentos estão previstos para as 13h30, no Fórum de Cuiabá.

Os acima viraram réus em decorrência da terceira fase da Operação Sodoma que investigou uma suposta fraude na compra de um imóvel pelo Estado, durante a gestão do então governador Silval Barbosa (PMDB), onde teriam sido desviado em torno de R$ 15 milhões.

Além deles, foram denunciados:  Marcel de Cursi, Francisco Gomes de Andrade Lima Filho, o Chico Lima, José Nunes Cordeiro, Cézar Zílio, Pedro Elias Domingos, Rodrigo Barbosa (filho de Silval), Arnaldo Alves, Karla Cecília de Oliveira Cintra, Antonio Rodrigues Carvalho, Levi Machado de Oliveira, Alan Malouf, João Justino Paes de Barros e Valdir Piran.

Nas investigações da terceira fase da Operação Sodoma, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado – Gaeco – descobriu que durante a gestão de Silval Barbosa, o Estado comprou um imóvel denominado Jardim Liberdade, localizado no bairro Osmar Cabral, em Cuiabá, onde a suposta organização criminosa teria lucrado em mais de R$ 15 milhões.

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