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Cuiabá, quinta, 16 de agosto de 2018

EFEITO BÔNUS

Botelho diz que análise da revogação da prisão de Savi deve ser conduzida por Fabris

DA REDAÇÃO

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Eduardo Botelho (DEM), disse, ao final do interrogatório ao Gaeco, nesta segunda-feira (14), que a análise sobre a soltura ou não do deputado estadual Mauro Savi (DEM) do Centro de Custódia de Cuiabá deve ser conduzida pelo vice-presidente da Casa de Leis, Gilmar Fabris, ou pelo segundo vice-presidente, Max Russi (PSB).

Savi foi preso na última quarta-feira (9), em decorrência da segunda fase da Operação Bereré, que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro e pagamento de propina envolvendo a empresa EIG Mercados e o Detran/MT.

A Procuradoria da Assembleia Legislativa deu parecer favorável pela análise em plenário após o desembargador José Zuquim Nogueira, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, informar que a Casa de Leis não teria prerrogativa para fazer a soltura de Savi.

Com receio de que a Assembleia Legislativa pudesse fazer a análise em plenário, Zuquim proibiu o secretário de Justiça e Direitos Humanos, Fausto Freitas, e o diretor do Centro de Custódia de Cuiabá de soltar o deputado sob pena de desobediência judicial.

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ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO

  • 15 de maio de 2018 às 07:54:15

Uma resposta para “Botelho diz que análise da revogação da prisão de Savi deve ser conduzida por Gilmar Fabris”

  1. dauzanades disse:

    Virou piada mesmo isto. Um deputado com o mesmo histórico conduzir esta situação!!! Mato Grosso virou uma zona a política e a justiça que não tem voz sobre uma casa de mestrado roubalheira.
    Cade o MPE e todos os demais que regem as leis neste país? Acovardaram ou também fazem parte do mesmo bando!
    Porque não tem moral mais para aplicar ou fazer leis estes órgãos. O Brasil , Mato Grosso virou um estado de corrupção, de gente sem vergonha, de safados descarados e de uma população conivente, covarde e acomodada.
    Eu não reconheço mais ninguém como autoridade neste estado, pois os que não são coniventes, são omissos para não dizer outra palavra.

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