http://matogrossomais.com.br/wp-content/uploads/2017/12/E25A3064-e1519073589888.jpg

Prounim - 12 Fórum de responsabilidade
Cuiabá, quarta, 19 de setembro de 2018

MESMO COM CRISE

Governo anuncia que irá recorrer de decisão do Tribunal de Contas do Estado que mandou suspender pagamento da RGA

DA REDAÇÃO / GCOM

GCOM

O Governo de Mato Grosso informa que irá recorrer da decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que suspendeu o pagamento aos servidores públicos estaduais da próxima parcela do Reajuste Geral Anual (RGA).

O secretário da Casa Civil, Júlio Modesto, explica que o servidor não terá prejuízo, pois já foram pagas as duas primeiras parcelas do reajuste (2,19% em novembro de 2017 e 2,19% em abril de 2018).

A decisão incidiria sobre a última parcela, que deverá ser paga em setembro deste ano. Conforme a decisão, o Estado tem 15 dias para se manifestar.

“Queremos tranquilizar o servidor, pois as parcelas que já estão pagas foram incorporadas ao salário. A próxima parcela é em setembro, então teremos tempo para mostrar ao TCE as medidas que apoiaram a nossa decisão de conceder o reajuste das perdas inflacionárias ao servidor”, informou Júlio Modesto.

O reajuste é calculado com base na inflação anual. Em 2017, o reajuste foi 6,58%.

Já em 2018 o reajuste será 4,19%, também com o pagamento parcelado em duas vezes, sendo 2% na folha de outubro e 2,19% na de dezembro deste ano.

Em 2015 o reajuste aos servidores por perdas inflacionárias foi de 6,23%, já em 2016 de 11,28%.

Mesmo com uma crise financeira no país que acabou afetando também o Estado de Mato Grosso, o Governo honrou todos os acordos de aumentos salarias aprovados em 2014 e também garantiu o pagamento do RGA em sua integralidade de 2015 a 2018.

Veja Mais


ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO

  • 16 de maio de 2018 às 07:22:02
  • 16 de maio de 2018 às 06:43:20

Uma resposta para “MT irá recorrer de decisão do TCE que suspendeu pagamento da RGA”

  1. dauzanades disse:

    Não defendo Taques, mas isto é uma manobra política de retaliação do TCE.
    Tantas coisas erradas e nada, mas está condiz com a realidade do impasse dos conselheiros afastados.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *