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Cuiabá, segunda, 25 de junho de 2018

OPERAÇÃO BÔNUS

Acompanhe ao vivo: TJ-MT julga se solta ou não deputado estadual Mauro Savi

DA REDAÇÃO / MATO GROSSO MAIS

Divulgação

O pleno do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, composto por 30 desembargadores, deve decidir na tarde desta quinta-feira (24) se solta ou não o deputado estadual Mauro Savi (DEM), preso em decorrência da Operação Bônus, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado – Gaeco – em 9 de maio deste ano.

O pedido de liberdade feito pela defesa de Savi foi incluído na pauta de julgamento do pleno a pedido do relator do HC, desembargador José Zuquim Nogueira.

O Ministério Público do Estado de Mato Grosso deu parecer contrário ao pedido de revogação de prisão preventiva do deputado estadual Mauro Savi (DEM), do ex-secretário da Casa Civil, Paulo Taques, do irmão dele, Pedro Zamar Taques, dos empresários Roque Anildo Reinheimer e José Kobori.

O parecer do Ministério Público, datado do dia 22 de maio, é assinado por cinco promotores do Gaeco e um do Naco,  é em virtude da defesa dos cinco acusados terem pedido junto ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso a liberdade.

A defesa de Mauro Savi argumenta que não há motivos para que o deputado continue preso, pois sua prisão não tem requisito da “contemporaneidade”, devido aos crimes imputados terem ocorridos até agosto de 2014.

O advogdo também sustenta que Savi não participou dos ilícitos ocorrido no Detran e que há “incongruência” no que diz a investigação do Ministério Público e o que foi dito pelos delatores.

O deputado é apontado pelo Ministério Público do Estado como um dos líderes no esquema de desvio de dinheiro público, através de um contrato entre a EIG Mercados junto ao Departamento de Trânsito de Mato Grosso (Detran).

Savi foi denunciado pelo MPE juntamente com outras 57 pessoas, entre elas o presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (DEM), os deputados estaduais José Domingos Fraga Filho (PSD), Wilson Pereira dos Santos (PSDB), José Joaquim de Souza Filho, o Baiano Filho (PSDB), Ondanir Bortolini (PSD) e Romoaldo Aloisio Boraczynski Júnior (MDB).

Também figuram como réus o ex-governador Silval da Cunha Barbosa; o ex-deputado federal Pedro Henry; o ex-chefe da Casa Civil, Paulo Taques; o ex-presidente do Detran, Teodoro Moreira Lopes; o ex-chefe de gabinete do Poder Executivo, Sílvio Cézar Correia de Araújo

De acordo com o MPE, os fatos vieram à tona a partir de colaborações premiadas com o ex-presidente do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Teodoro Moreira Lopes, vulgo “Doia”, indicação do deputado estadual Mauro Luiz Savi; e com os sócios proprietários da empresa FDL, atualmente EIG Mercados.

Além de responderem por constituição de organização criminosa, aos denunciados foram imputados os crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e fraude em licitação. Na denúncia, foram apresentados 37 fatos ocorridos entre os anos de 2009 a 2016.

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