Campanha Unimed Outubro
Cuiabá, terça, 23 de outubro de 2018

PSL DE GALLI AINDA INDEFINIDO

Presidente do PSL de MT diz que Selma dificulta as articulações

DA REDAÇÃO / MATO GROSSO MAIS

O deputado federal e presidente do PSL em Mato Grosso Victório Galli, afirmou nesta semana que a exigência em ter a ex-juiza Selma Arruda para disputar uma das vagas ao Senado está dificultando o partido de participar de uma coligação nestas eleições. O partido quer montar um palanque forte para o presidenciável Jair Bolsonaro e além de ter um candidato ao Senado, também esperar formar ter uma chapa forte para disputar a Assembleia e Câmara Federal.

“Ainda tem muita coisa para acertar. Nossa pretensão é Senado, não tem essa de ser vice. Teve convite, mas nossa proposta é Senado”, disse Galli.

Apesar das indefinições, Galli deu sinais que está mais próximo de um acerto com o governador Pedro Taques (PSDB), já que o seu partido tem restrições ao PT e PC do B. “Estamos alinhando ainda, com relação a não só o Taques, mas com outros candidatos. O que é certo é que onde tem PT e PC do B, nós não vamos. Está entre Mauro e Taques, vamos ver”.

Caso a aliança se confirme, Taques vai à reeleição tendo Selma e o deputado federal Nilson Leitão (PSDB) como candidatos a senatoria.

A chapa que tem o ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (DEM) como pré-candidato ao governo deverá ter o ex-governador Jaime Campos (DEM) e o ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD) como postulantes ao Senado, dificultando a inclusão de Selma. Outro fator importante é que a ex-juíza já declarou que possui restrições ao MDB, que já fechou apoio a Mauro.

“O que nos afasta de lá [apoio a Mauro], é que estão querendo rifar a Selma, não tem vaga para ela ser senadora. Estamos trabalhando para colocá-la na senatoria. Esse é o nosso objetivo”, destacou Galli.

Já no caso do senador Wellington Fagundes (PR), a executiva nacional do PSL tem vetos ao PCdoB, que hoje faz parte do grupo que após o republicano.

“Ainda não está definido, mas estamos analisando. A gente pode aliar com PR desde que lá não tenha o PCdoB e o PT,mas as conversas continuam”.

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