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Cuiabá, quarta, 19 de setembro de 2018

TRABALHO ESCRAVO

Taques acusa Mauro de tratar 800 trabalhadores como animais e dar calote em RO

DA REDAÇÃO / MATO GROSSO MAIS

Divulgação

O governador e candidato a reeleição pela coligação “Segue em Frente Mato Grosso”, Pedro Taques (PSDB),  acusou a O Grupo Bipar, que pertence ao adversário Mauro Mendes (DEM) de deixar cerca de 800 trabalhadores em estado de extrema pobreza e trabalho escravo durante sabatina nesta quarta-feira (12).

“Me permita contar uma história. Em Rondônia 800 trabalhadores estão passando fome, morando em alojamento tipo de animais, como disse a juíza do Trabalho de Rondônia. Porque o candidato Mauro Mendes não paga os seus servidores”, disse o governador durante entrevista à TV Centro América.

O tucano que mantém a sua estratégia de atacar o seu concorrente lembrou ainda que, ao exercer o cargo de procurador antes de entrar na política, ajudou a criar a “lista suja” de trabalho escravo contra empregadores que maltratam trabalhadores. 

“Isso é tratar as pessoas com violação dos direitos humanos”, completou.

Procurado pelo Matogrosso Mais, a assessoria de Mauro Mendes informou por meio de nota que os funcionários não levaram “calote”, tampouco passaram fome ou trabalharam em condições de escravidão. Mendes classificou ainda as declarações do governador como “mentirosas”.

Veja a nota na íntegra:

Sobre os ataques do governador Pedro Taques (PSDB) na TV Centro América, o candidato Mauro Mendes (DEM) esclarece que:

1) Em razão da recuperação judicial do Grupo Bipar, em 2015, houve uma dispensa de trabalhadores em Cacoal, Rondônia, que atuavam para a empresa Mavi, da qual sou sócio. Mas, ao contrário do informado maldosamente pelo governador, os funcionários não levaram calote da Mavi, tampouco passaram fome ou trabalhavam em condições de escravidão.

2) A Mavi promoveu a dispensa de forma regular e pagou os salários e a ajuda de custo para que os funcionários pudessem voltar para seus locais de origem, pois muitos deles moravam em outros Estados.

3) Os únicos valores pendentes de pagamento são as verbas rescisórias, cujo montante já está devidamente disponibilizado em conta judicial.

4) Tais verbas ainda não foram pagas por culpa exclusiva da lentidão da Justiça e em razão dos sucessivos recursos interpostos pela empresa terceirizada Linha Verde Transmissora de Energia S/A (LVTE), que havia feito a contratação dos funcionários.

5) A Mavi em nenhum momento questionou a sentença no que tange ao pagamento das verbas rescisórias, uma vez que entende ser direito legítimo dos ex-funcionários.

6) Conforme consta no próprio processo, a Mavi ingressou com pedido na Justiça em que solicitou a liberação dos pagamentos, visando amparar financeiramente os trabalhadores e suas famílias.

7) As declarações mentirosas feitas pelo governador Pedro Taques mostram que ele insiste em propagar e criar fake news contra mim. Por mentiras como essas, ele já foi condenado pela Justiça Eleitoral e teve o programa suspenso. Porém, insiste em desrespeitar o eleitor, menosprezar a Justiça e cometer crimes durante o período eleitoral.

 

 

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  • 12 de setembro de 2018 às 15:52:08

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