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Cuiabá, sexta, 14 de dezembro de 2018

ZERO VOTOS

Candidato ao Senado, Sebastião Carlos, explica porque não teve votos registrados

Sebastião Carlos, que disputou uma vaga ao Senado pela Rede, explicou por meio de nota o motivo de não ter votos computados na eleição do último dia sete. O problema, ele explica, se deu por indeferimento no registro de candidatura do primeiro suplente, professor George Ribeiro, que não teria requerido, dentro do prazo legal, a desincompatibilização do cargo de professor da rede pública de ensino.
 
Confira abaixo íntegra da note de Sebastião Carlos:

NOTA À IMPRENSA
 
         Sebastião Carlos Gomes de Carvalho, candidato ao Senado pelo partido REDE Sustentabilidade, vem esclarecer à sociedade mato-grossense e aos seus eleitores a inexplicável não divulgação pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) dos votos computados.
         1. Cumpre informar que os registros do candidato titular ao Senado e de seu segundo suplente, Professor Mauro, foram deferidos, com o parecer favorável da Procuradoria Regional Eleitoral, sem quaisquer observações, estando com trânsito em julgado certificado desde os dias 3 e 6 de setembro, respectivamente. 
         2. Ocorre que o primeiro suplente, professor George Ribeiro, de Rondonópolis, teve o registro de sua candidatura indeferido por supostamente não ter requerido, no prazo legal, a desincompatibilização do cargo de professor da rede pública de ensino.
         3. Todavia, no Diário Oficial do Estado que circulou em 4 de outubro [nº 27358, pág. 8] consta com todas as letras que George André Silva Ribeiro estava se afastando de sua função pública para o exercício de atividade política entre 7 de julho e 22 de outubro de 2018, atendendo, assim, ao prazo legal de três meses.
         Por inexistirem contra estes candidatos quaisquer causas de inelegibilidade que pudessem impedi-los de participar do pleito eleitoral, inclusive com a contabilização dos votos que lhes foram creditados, eles de fato participaram efetivamente. Por estas razões, todas as medidas legais estão sendo adotadas para sanar o grave equívoco cometido pela Justiça Eleitoral, que atingiu direitos líquidos e certos dos candidatos.
Reafirmamos que pugnaremos, em todas as instâncias, pela lisura e pela transparência do processo eleitoral e, enfaticamente, sublinhamos que o obstáculo e o cerceamento havido não se coadunam com os princípios democráticos e republicanos de Direito.
Cuiabá, 8 de outubro de 2018
 
Sebastião Carlos Gomes de Carvalho
Nello Nocchi
OAB/MT. 14913-B
 
Willian Veiga
OAB/MT. 20.725

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