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Cuiabá, sexta, 14 de dezembro de 2018

ATACADÃO

Mãe e filho são constrangidos por falsa acusação de furto

REPÓRTER MT

Reprodução

Mãe e filho passaram por um grande constrangimento ao serem acusados de furto no Supermercado Atacadão, que fica na saída da Rodovia Emanuel Pinheiro, a MT- 251, que liga Cuiabá ao município de Chapada do Guimarães. Eles registraram um boletim de ocorrência e ameaçam processar o atacado.

Geh Moreira, 55 anos, é proprietária de um estabelecimento onde vende Açaí, no bairro CPA 4, e quase todo dia está no mercado, junto com o seu filho, Jorge Andrade da Silva Filho, 30 anos, para repor seu estoque de mercadorias. Na quinta-feira (15), era dia da promoção de frutas e dessa vez seu filho foi sozinho ao Atacadão para aproveitar as ofertas.

A comerciante contou ao que quando a moça do caixa passou o kiwi um dispositivo do balcão apitou e os fiscais foram chamados. Neste momento, os funcionários disseram que o peso era muito maior que o registrado na sacola, sugerindo que seu filho tinha colocado mais frutas após ter pesado.

Diante da acusação Jorge Andrade iniciou uma discussão com os fiscais. Ele ligou para mãe, que estava em casa, e contou a situação. Ela pediu para que o filho gravasse o ocorrido e pedisse para que os fiscais pesassem o produto novamente.

Por fim, a sacola com Kiwi foi pesada novamente e o valor estava de acordo com quantidade de produtos.

“O constrangimento foi muito grande, pois o mercado estava lotado”, lembrou a comerciante com a voz embargada de choro.

No vídeo que fez com a câmera de seu celular, Jorge Andrade que pede para que os fiscais pesem novamente a sacola. “Eles estão dizendo que colocamos mais kiwi na sacola. Agora eu faço questão que você coloque para pesar”, disse para um rapaz que incomodado com a situação respondeu que estava apenas fazendo seu trabalho.

Na imagem é possível ver que a balança registra o valor de R$ 20,19, o mesmo que já está na etiqueta da sacola.

Em seguida, os funcionários do estabelecimento pediram desculpas às vítimas.

O boletim de ocorrência foi registrado na 1ª Delegacia de Polícia Civil, localizada na Avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha). As vítimas ainda dissera que pretendem processar o Atacadão por constrangimento, injúria e difamação.

Outro lado

O encaminhou e-mail à assessoria de imprensa do Atacadão. No entanto, não houve retorno da empresa para comentar o assunto até a publicação desta reportagem

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