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Cuiabá, sexta, 14 de dezembro de 2018

COMANDO DA ASSEMBLEIA

Novato: “Delegado tem competência, mas não tem grupo suficiente”

Mídia news

Fachada

MassO deputado estadual eleito João Batista de Souza (Pros) disse ver dificuldades na união dos 14 novos parlamentares em torno da pré-candidatura do delegado da Polícia Civil, o deputado eleito Claudinei Souza Lopes (PSL), para o comando da Assembleia Legislativa.

Para João Batista, o novato tem competência para ser o presidente da Mesa Diretora, mas ainda não tem grupo suficiente para se viabilizar para a disputa.

A eleição está marcada para 1º de fevereiro, quando os eleitos e reeleitos tomam posse para a 19ª Legislatura. A nova Mesa Diretora será responsável pelo biênio 2019/2020.

“Estamos em articulações, por enquanto não há nada definido. Daqui até o ano que vem tem muito para ser conversado. Entre os novatos mesmo ainda não existe consenso para uma chapa. Tem número, mas não tem consenso”, disse.

“O Claudinei tem competência para presidência, mas não grupo suficiente. Ali era apenas uma vontade. Eu gostaria de ver o Claudinei e outros novatos que têm capacidade para isso. O que não tem é gente suficiente para isso”, afirmou.

Batista disse não ver possibilidade de os 10 reeleitos apoiarem uma Mesa composta apenas com os novatos.

“Os antigos dificilmente vão compor com os novatos para uma Mesa só de novatos. Mas até dezembro ainda tem muito chão para correr. Não sei afirmar se o Claudinei  pode formar um grupo até lá. Pode ser que sim, pode ser que não”, disse.

Racha e avaliação de candidaturas

João Batista afirmou não se importar com um eventual racha entre novatos e antigos, caso vingue a proposta de união para Mesa Diretora.

Para ele, o que interessa é o trabalho em prol da sociedade e não o bem-estar dos parlamentares.

“Se tivesse um grupo substancial, seria excelente, porque a população fez uma renovação na classe política, deu recado que quer pessoas novas, com ideias novas, e que moralize a política no Brasil. Então, seria interessante colocar um grupo novo, que ainda não está viciado”, afirmou.

“Infelizmente, observamos que não existe um grupo. Existem pessoas que têm vontade, mas elas não se unem. Ali, o objetivo principal é o bem-estar da sociedade, não de parlamentares. Então, rachado, inteiro, do jeito que for, o mais importante é fazer com que cada um daqueles parlamentares quando for legislar, tenha como foco a sociedade e não os negócios que ele pretende fazer no futuro”, disse.

O deputado não descarta apoiar, por exemplo, a deputada reeleita Janaina Riva (MDB), que já se colocou como pré-candidata à presidente ou à primeira secretaria.

Entretanto, segundo ele, há necessidade de os candidatos fazerem compromissos. Entre eles, citou uma reforma no Regimento Interno da Casa de Leis e ainda que a eleição da Mesa ocorra todos os anos, de modo a dar oportunidade para mais pessoas comandarem o Legislativo.

“Apoiaríamos a partir do momento em que ela apresente para a gente um projeto que vá ao encontro da vontade dos novatos. Por exemplo, precisamos fazer uma reforma no Regimento Interno da Assembleia. E qualquer um que vier com esse propósito de renovar, com certeza vai ter nosso apoio”, completou.

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