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Cuiabá, quinta, 18 de abril de 2019

NO RJ

Após alta de hospital, Claudia Rodrigues retorna ao Rio e posa com fãs

QUEM ACONTECE

AgNews

Depois de receber alta do Hospital Israelita Albert Einstein na terça-feira (2), Claudia Rodrigues retornou ao Rio de Janeiro, onde mora, e foi reconhecida por admiradores ao desembarcar no Aeroporto Santos Dumont ao lado da empresária, Adriane Bonato.

Usando uma cadeira de rodas para se locomover, já que ainda não recuperou o movimento das pernas, a humorista atendeu os pedidos de fotos de fãs e abriu um sorriso para as câmeras.

Após nove dias hospitalizada, Claudia precisará passar por sessões de fisioterapia para recuperar o movimento das pernas. Ao chegar no Rio de Janeiro, a atriz e a empresária receberam a ajuda de um funcionário do aeroporto.

De acordo com a empresária, a atriz não teve um novo surto de esclerose múltipla, doença com que foi diagnosticada em 2000. “A princípio, a gente achou que era um surto esclerose, mas graças a Deus não foi. Foi descartada a possibilidade de um novo surto. Foram feitos todos os exames possíveis e imagináveis. Não foi surto.”

Diagnóstico 
A atriz foi diagnosticada com esclerose múltipla em 2000. Apesar das limitações que a enfermidade causa, Claudia declarou em entrevista a QUEM que houve exagero após as primeiras notícias de seu diagnóstico: “Nunca deixei de andar, de ver, nem de falar, como li em alguns lugares.”

Claudia teve os primeiros sintomas da doença em 2000, época em que viajava pelo país com a peça Monólogos da Vagina e atuava no humorístico A Escolinha do Professor Raimundo, na TV Globo. A atriz contou que seguiu sua vida normalmente após o diagnóstico, inclusive realizando o sonho de ser mãe em 2002, quando nasceu Isa. “Tive a minha filha e toquei a vida normalmente”, disse ela para QUEM, relatando que só voltou a ter sintomas em 2007. Um novo surto aconteceu em 2016.

A doença é autoimune e atinge o sistema nervoso central. Os sintomas mais comuns da esclerose múltipla são visão dupla, dormência no corpo e disfunções no equilíbrio e no comportamento.

No fim de 2016, ela passou por um transplante de células-tronco, uma tentativa de tratamento para as sequelas da esclerose múltipla.


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