EM NOTA

Wellaton rebate declarações de seu ex-chefe de gabinete

DA REDAÇÃO, LEONARDO MAURO
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Nota – Denunciação caluniosa é dar causa a investigação, inquérito ou processo judicial contra alguém que o denunciante sabe ser INOCENTE, segundo o art. 339 do Código Penal. É DISSO QUE SOU VÍTIMA, em um maldoso, malicioso e ardiloso esforço para calar minha oposição ao prefeito Emanuel Pinheiro e retaliar pelas denúncias que fiz durante todo o mandato. O desespero para desacreditar nosso trabalho de fiscalização não é pra menos: Das denuncias que deflagraram a operação Sangria aos aluguéis fantasmas da Secretaria dos 300 anos, estive na linha de frente de investigação de TODOS os escândalos desta gestão fraudulenta – e não foram poucos.

Não sou filho de pai assustado: Como sou o maior interessado em comprovar minha inocência, me coloquei à disposição da Justiça desde o início, desde que as tentativas de atingir minha reputação com essas mentiras começaram – e voltam agora às manchetes pois não há nada para criticar em minha trajetória pública; já o prefeito, continua sem explicar sequer o dinheiro no paletó. Aliciado a troco de vai saber o quê, o ex-funcionário foi totalmente desmentido na investigação conduzida pela Defaz, mas faço questão de rebater suas mentiras à sociedade:

De acordo com Jadson, ex-chefe de gabinete, Wellaton colocou algumas condições para nomeá-lo como chefe de gabinete, ele deveria devolver  o valor da verba indenizatória integralmente, verba que a Câmara paga aos chefes de gabinetes. Jadson teria que efetuar o saque e entregar diretamente ao parlamentar a VI todos os meses. E também que fizesse  a transferência da VI para terceiro responsável por obra em estabelecimento comercial pertencente ao vereador.

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ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO

  • 3 de julho de 2019 às 15:09:17