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ASSASSINATO EM SÃO JOSÉ DO RIO CLARO

Morte de estudante completa 3 meses; namorado continua procurado

Assassinato de estudante de Mato Grosso completa 3 meses. Foto: Reprodução

Completou na última segunda-feira (31), três meses da morte da estudante Isabella Cazado, de 22 anos.

Ela foi assassinado no dia 31 de maio, em São José do Rio Claro.

Até hoje, Rony Santos, de 23 anos, namorado e acusado de matar a tiros a própria namorada, está foragido da polícia.

A vítima foi morta dentro do carro onde estava com o namorado e o cunhado, Fernando Santos, de 21 anos.

Fernando e o pai dele, Anísio dos Santos, de 49, estão presos na Cadeia Pública da cidade desde junho e junho passado, respectivamente.

As investigações e laudos apontaram que ele estava no banco de trás do carro e participou do assassinado ao disparar tiro que efetivamente matou a estudante, atingindo-a na nuca.

Na apuração dos policiais, Fernando teria tomado as dores do irmão por conta do relacionamento conturbado com Isabella. Os advogados de defesa da família não têm se manifestado à imprensa.

Já o pai de Rony e Fernando está preso desde o dia 3 de julho.

Naquela data os policiais foram até a casa de Anísio para cumprir um mandado judicial de busca e apreensão, já que havia indícios de que a arma usada no crime praticado pelos filhos estaria lá.

A polícia não encontrou a arma, mas flagrou uma quantidade de munição e algumas cápsulas de munição já deflagrada.

Os irmãos e principalmente o pai deles tinham uma fama de ‘durões’ e impunes na cidade.

“O pai deles já respondia por homicídio e ficou pouco tempo preso. Ele, ao ser preso, disse ‘Não sei por que o Rony não se entregou, ele não vai ficar preso mesmo’”, relatou Nilson Farias, delegado responsável pelas investigações.

A polícia está com um laudo de exame de necropsia que comprovou que Isabella foi atingida na nuca.

“A perícia encontrou um projétil no câmbio de marcha do carro, sendo sugestivo que quem tenha atirado era alguém que estava no banco de trás. Temos três testemunhas que viram Fernando no carro”, pontuou o delegado.

Família

Isabella morava com os pais e com uma irmã portadora de necessidades especiais.

O pai da estudante, Francisco Cazado, trabalha como comerciante na cidade.

Segundo Francisco, os amigos disseram que Isabella também teria sido ameaçada de morte pelo namorado, pelo cunhado e até pelo sogro.

No entanto, apenas a ameaça de morte por parte de Fernando foi oficializada no inquérito aberto pela Polícia Civil após depoimento de testemunhas.

Rony teria ameaçado matar os pais de Isabella, caso ela contasse sobre as agressões.

A família sabia das constantes brigas, porém, nunca tinha presenciado agressões ou ameaças por parte de Rony. Com G1/MT

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