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CARBONIZADAS EM VG

Corpo de estudante assassinada por pastor é identificado em Cuiabá

O corpo da estudante Simone da Luz Feitosa, de 37 anos, assassinada junto com a filha, Aline Feitosa Souza, de 16, no último dia 28 de setembro, foi identificado oficialmente pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), em Cuiabá.

O ex-namorado de Simone, pastor evangélico de 43 anos, está presodesde o dia 2 deste mês suspeito de cometer o duplo homicídio.

Os corpos de mãe e filha foram encontrados carbonizados em terreno baldio no Residencial Paiaguás, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá.

De acordo com a assessoria da Politec, o segundo corpo, que seria de Aline, está em tratamento no Instituto Médico Legal (IML) da capital mato-grossense paras que as digitais da vítima sejam passem por uma regeneração. Ainda não há prazo estipulado para a confirmação da identificação do segundo corpo carbonizado.

O caso
Simone morava com a filha na cidade de Poconé, a 104 km de Cuiabá. No dia 28 de setembro as duas foram a Cuiabá, onde Simone estudava, acompanhadas de uma irmã dela. Ela deixou a irmã no Centro da cidade e saiu com a filha.

las tinham combinado de se encontrarem em um local ainda na região central, mas mãe e filha não apareceram. A irmã então denunciou o desaparecimento à polícia. Conforme a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Um carro com as mesmas características do veículo do pastor foi visto por um vigilante de uma obra próximo ao local em que os corpos foram encontrados.

O pastor preso teve um relacionamento com Simone por aproximadamente dois meses no ano passado. Entretanto, os dois ainda mantinham contato. Para a polícia, é bastante provável que os dois ainda estariam se relacionando, apesar de Simone ter namorado. O pastor disse à polícia que ele e Simone mantinham contato, mas negou ter cometido os crimes.

O carro de Simone foi localizado pela polícia na casa de uma colega do suspeito do crime, no último sábado (3), no Bairro Pedra 90, em Cuiabá.

À polícia, a dona da casa informou que o pastor, que era dono de uma eletrônica no Bairro Jardim Imperial, em Várzea Grande, região metropolitana da capital, tinha pedido que ela guardasse o carro, alegando que pertencia a um amigo dele que tinha se separado recentemente da mulher e estava fazendo a separação de bens.

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