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DADO PREOCUPANTE

Em 2015, Cuiabá deve ter 1,5 mil casos de câncer de mama

O programa Qualivida e a Sala da Mulher da Assembleia Legislativa, em parceria com o MT mamma, deram prosseguimento hoje (8), à Campanha do Outubro Rosa

. No auditório Licínio Monteiro, aconteceu a palestra sobre prevenção e tratamento do câncer de mama. A palestra foi feita pelo cirurgião oncologista e mastologista, Luis Fernando Correia de Barros.

Em Mato Grosso, de acordo com o mastologista, deve ser registrado 1,5 mil casos de câncer de mama, com a grande maioria de incidência da doença em Cuiabá.

Em todo o país, o número deve chegar a 52 mil casos. Essa média nacional se mantém há vários anos.

“O câncer de mama é o que mais mata entre as mulheres. Mas isso não quer dizer que os homens estão livres da doença. Em Cuiabá, já realizei três cirurgia em homens diagnosticados com o câncer de mama. Entretanto, a doença tem mais incidência nas mulheres acima de 50 anos de idade”, explicou o médico Luis Fernando.

Para a Sociedade Brasileira de Mastologia, a mulher precisa fazer o exame, anualmente, a partir dos 40 anos de idade.

Segundo Luis Fernando, o autoexame é importante, mas é a mamografia quem detecta com mais precisão se a mulher está ou não com a doença.

“É preciso que seja feito o diagnóstico precoce. Nesse caso, a taxa de cura é de 95% dos casos. O autoexame não tem essa precisão. A cura está relacionada ao diagnóstico precoce. Em Cuiabá e Várzea Grande, existem aparelhos de mamografia o suficientes para atender a demanda”, afirmou Luis Fernando.

Nos Estados Unidos da América e no Canada, segundo Luis Fernando, o percentual de cura do câncer de mama chega a 96%.

Mas isso acontece porque o diagnóstico é feito de forma precoce.

Mas em países de 3º mundo, a redução da mortalidade não acontece em função da procura ser tardia para o tratamento da doença.

Para a prevenção, mulheres e homens têm três alternativas para realizar o exame, que pode ser feito por meio de momografia, ultrasson ou ressonância magnética. Já a cirurgia é feita com o diagnóstico do câncer de mama.

Segundo o mastologista, o risco da doença aumenta com a primeira menstruação precoce – aos 12 anos de idade.

Outro fator de risco está relacionado à última menstruação em idade avançada – 55 anos, e por último, às mulheres que nunca engravidaram.

Foto: Divulgação

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