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O PODEROSO CHEFÃO

Considerado ‘Capo’ de MT, Riva é um “sério risco à ordem pública”, diz juíza

Divulgação

José Geraldo Riva oferece, sem qualquer sombra de dúvida, sério risco à ordem pública.

É o que diz trecho da decisão da juíza Selma Rosane Arruda, da Vara de Combate ao Crime Organizado, em sua decisão que mandou novamente para as grades o ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Diz a investigação do Ministério Público que ao que tudo indica, “mediante falsificações de documentos e simulações de contratos com a Assembléia Legislativa, JOSÉ GERALDO desviou centenas de milhões de reais durante sua vida pública.

Segundo a juíza, esse “é o modus operandi apontado pelo Ministério Público nas ações relativas a fatos ocorridos no final dos anos 90 e início dos anos 2000, descortinados na escandalosa Operação Arca de Noé : as denúncias narram que, a mando de José Geraldo Riva, seus servidores/seguidores/comparsas praticavam falsificações de toda ordem, no intuito de dar ares de licitude à saída de dinheiro público para empresas de fachada e pessoas físicas “fantasmas”.”, diz a decisão.

A juíza ainda cita a Operação Imperador, onde José Riva é acusado de desviar cerca de R$ 40 milhões dos cofres da Assembleia Legislativa nos anos de 2005 a 2009.

Por causa dessa Operação, José Riva ficou mais de 4 meses preso no Centro de Custódia de Cuiabá.

O documento também traz outra denúncia contra o ex-presidente da Assembleia Legislativa.

José Riva também “protagonizou outro enredo criminoso, descoberto neste ano de 2015, em que o Ministério Público aponta a ele a liderança de uma organização que teria desviado R$ 9.000,00 (nove milhões de reais) da Assembléia Legislativa, mediante simulação de pagamento de dívida em execução ajuizada pelo Banco HSBC”.

Na prisão desta terça-feira (13), Riva é acusado de liderar um suposto esquema criminoso que teria usado verbas de suprimentos da ALMT para desviar em torno de R$ 1,7 milhão dos cofres do Parlamento Estadual.

Segundo as investigações, Riva teria contado com a colaboração de dois servidores da Assembleia para realizar o suposto esquema.

Maria Helena Caramelo e Geraldo Lauro foram uma espécie de braço direito de Riva.

Os dois também tiveram a prisão preventiva decretada pela juíza Selma Rosane Arruda, além de um ex-auditor da Casa de Leis, Manoel Marques.

Por fim, Riva é comparado a um ‘capo’. Capo é um termo usado para definir chefe de máfia italianas.

Clique aqui para ver a decisão.

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