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OPERAÇÃO IMPERADOR

De chinelos, Riva acompanha depoimento de Gilmar Fabris no Fórum

De chinelos, José Riva (sem partido) compareceu à audiência da ação penal resultado da Operação Imperador, onde é considerado o líder do suposto esquema criminoso que teria desviado em torno de R$ 60 milhões, valores corrigidos, dos cofres da Assembleia Legislativa, no período em que esteve na Mesa Diretora.

Os advogados do ex-parlamentar alegaram que no Centro de Custódia de Cuiabá, onde Riva encontra-se preso desde a última terça-feira (13), não conseguiram localizar os sapatos dele.

Esta nova prisão de Riva é referente à Operação Célula-Mãe, onde o Gaeco investiga supostas irregularidades em desvio de dinheiro público com as chamadas verbas de suprimentos. O valor do desvio pode chegar a R$ 2 milhões.

Riva também é apontado como o beneficiário do desvio.

Sobre a parte dos chinelos, a defesa de Riva pediu para que a informação constasse na ata da audiência desta sexta. Os advogados alegaram falta de respeito.

A única testemunha de defesa a depor foi o deputado estadual Gilmar Fabris (PSD).

Operação Imperador

Os desvios de recursos públicos, segundo as investigações, teriam acontecido entre os anos de 2005 a 2009.

Gráficas foram usadas para simular entrega de material administrativo para Assembleia Legislativa.

O objetivo era simular a entrega por causa dos pagamentos milionários.
Na audiência, o único a depor foi o deputado estadual Gilmar Fabris (PSD), que pôde escolher essa data em razão de ter prerrogativa de foro.

As demais audiências da ação ocorreram em junho, ocasião em que foram ouvidos diversos deputados, ex-deputados, familiares de investigados e o próprio José Riva.

A denúncia

A Operação Imperador culminou na primeira prisão de Riva em 2015, feita pelo Grupo de Atuação de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual. A soltura só ocorreu no final de junho, por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

Os desvios teriam ocorrido entre 2005 e 2009, por meio de empresas fornecedoras de materiais gráficos ao Legislativo.

Segundo o Gaeco, as empresas simulavam a entrega de materiais para justificar os pagamentos milionários.

A Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do Estado informou que ou Riva foi de chinelos porque quis ou a família não providenciou sapatos para ele (Com Midianews)

Foto: Midianews

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