ORIGEM DA METÁSTASE

Em 2013, Polícia Federal encontrou notas fiscais em forro da presidência da Assembleia

Desde o início da Operação Metástase, muitos têm perguntado por que só os servidores do gabinete do ex-deputado José Riva foram investigados por desvios nas chamadas verbas de suprimentos.

Para responder a essa pergunta, é preciso voltar a maio de 2013, quando policiais federais cumpriram mandado de busca e apreensão no gabinete de Riva ainda na primeira fase da Operação Ararath, que investigava outros crimes.

A certa altura das averiguações, os policiais federais notaram uma folga no teto do gabinete. Deram uma cutucada e o forro se deslocou para o lado. Uma olhada mais minuciosa e os policiais encontraram um calhamaço de documentos.

Pois bem. Eram notas frias emitidas para justificar os gastos da verba de suprimentos. Como não havia indício de crime federal, a PF encaminhou a papelada para o Ministério Público Estadual.

Portanto, quando abriu a investigação sobre as verbas de suprimentos, os promotores do Gaeco só possuíam provas contra o pessoal de Riva. Mas isso não quer dizer que as investigações não vão avançar sobre outros gabinetes.

A informação é da coluna Cuiabá Urgente, do Diário de Cuiabá.

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