https://matogrossomais.com.br/wp-content/uploads/2015/11/eder1.jpg

DÉCIMA FASE DA ARARATH

Com prisão preventiva, Eder é preso e PF apura desvio de R$ 313 mi do Estado

O Ex-secretário de Estado, Eder Moraes, foi preso, novamente, pela Polícia Federal na manhã desta sexta-feira (4) na décima fase da Operação Ararath.

A prisão, que é preventiva, é motivada porque Eder Moraes teria violado em dois meses, 92 vezes a monitoração eletrônica (tornozeleiras).

Eder passou pela sede da PF, encaminhado para fazer exames no Instituto Médico Legal e já se encontra no Centro de Custódia de Cuiabá.

Além disso, A Polícia Federal apura o desvio de cerca de R$ 313 milhões em recursos públicos do Governo do Estado de Mato Grosso através da utilização de sistema financeiro clandestino.

Estão sendo realizadas 47 medidas de busca e apreensão e 18 conduções coercitivas, conforme decisão judicial expedida pela 5ª Vara Federal de Mato Grosso, nas cidades de Cuiabá (MT), Brasília (DF), Luziânia (GO), São Paulo (SP), Caraguatatuba (SP), Curitiba (PR) e Itapema (SC).

As investigações desta fase visam apurar a realização de pagamentos por parte do Governo do Estado em desacordo com as determinações legais a empreiteiras e o posterior desvio desses recursos em favor de agentes públicos e empresários mediante a utilização de instituição financeira clandestina.

A análise de documentos apreendidos em fases anteriores em conjunto com outros elementos de prova, apontaram a utilização de complexas medidas de engenharia financeira praticadas pelos investigados com o objetivo de ocultar a real destinação dada a valores de precatórios pagos pelo Estado de Mato Grosso em nítida violação à ordem cronológica e determinações legais.

Os investigados nesta fase responderão pela prática dos crimes de corrupção ativa e passiva, crimes contra o sistema financeiro nacional e lavagem de dinheiro, dentre outros que porventura venham a se confirmar.

Também foi expedida ordem de sequestro de bens e valores no total de R$ 313.165.011,26, com a finalidade de reparar os prejuízos causados aos cofres públicos.

Veja Mais

Deixe seu Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *