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Fraude e trapaça nas eleições da OAB/MT

As eleições da OAB no Mato Grosso estão dando o que falar. Ecoa no Brasil afora que o candidato vencedor usou da maquina para satisfazer seu desejo de poder.

Sua trupe se movimenta lançando mão da mídia para dizer que é golpe o questionar de diversos pontos, tais como a boca de urna realizada e o uso da maquina em beneficio próprio.

O candidato situacionista, que tinha nas suas mãos a Caixa de Assistência, por diversas vezes tratou de planejar encontros com advogados, num evento chamado Happy Hour.

Nada contra o encontro com advogados, contra é a forma com que se realiza, usando da instituição da Caixa para auto se promover.

A legislação eleitoral da Ordem, cunhada com seu Estatuto e aprimorada em 2011, fez diversas restrições com o intuito de reduzir os gastos de campanha, visando a participação igualitária de todos nos processo sucessório.

Uma das restrições é não fazer campanha antes do registro da Chapa perante a comissão da Ordem.

O candidato Leonardo Campos está fazendo campanha desde que se entende por gente; não é segredo que seu projeto de vida era ser Presidente da Casa; não é segredo que para isso, dividiu o grupo situacionista e rachou com os amigos da cozinha de casa.

Evidente então que para ser Presidente, ganhar não era uma opção. A vida pelo cargo. Meta!

Para isso, não importa ser leal, basta que ganhe. Os advogados ouviram o primeiro momento do abuso do poder, nos churrascos gigantescos. Sabem quanto custa fazer uma festa dessas?

Depois a estratégia era minar a campanha dos outros candidatos, que estavam impossibilitados de realizar qualquer ação pela proibição da lei eleitoral, o Capataz registrou os endereços eletrônicos morenopresidente.com.br,claudiapresidente.com.br, fabiopresidente.com.br…. enfim, inviabilizou a divulgação de propostas dos candidatos.

Não se importando nenhum pouco com as regras, trouxe para compor em sua chapa pessoas impedidas – e bateu o pé ate o último minuto, mesmo depois de comunicado dos impedimentos –  fazendo com que advogados votassem em um, quando outro estava em seu lugar.

O Léo fez e desfez de vítima, hô coitado, quando disse estar sendo atacado pelos apócrifos. Como se o Fábio Capilé não tivesse recebido ameaças, sucedidas pelo arrombamento do seu veículo, duas vezes, no mesmo dia e em lugares diferentes; como se a Cláudia não tivesse sofrido nas garras do machismo; como se não tivessem feito montagem com o nome do Moreno.

E, não menos, a chapa 3 está sendo acusada de usar a maquina, distribuindo valores em tempo proibido.

A eleição prova que houve sim o uso da maquina. Depois de ouvir o Faiad incentivando a boca de urna, claramente temos a dizer, o Leonardo Campos venceu usufruindo da máquina e da fraude e da trapaça.

Ludmilla Bouret é advogada em Mato Grosso.

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