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"PODERIA TER INVESTIDO MAIS"

Em seu primeiro ano de mandato, Taques dá nota 6,6 para sua administração

Divulgação

O governador Pedro Taques (PSDB) deu nota 6,6 ao seu primeiro ano de mandato à frente da administração estadual.

Embora tenha uma aprovação considerada positiva pelos mato-grossenses, Taques considera que poderia ter apresentado melhor rendimento à frente do Executivo.

“Não tenho nenhuma frustração, mas poderia ter investido mais. Ter dado, por exemplo, mais atenção a uma secretaria do que outra. Tenho buscado o melhor a cada dia, agir com total transparência e responsabilidade”, disse.

Um dos pontos considerados positivos em seu primeiro ano de mandato foi a relação com a Assembleia Legislativa.

Taques lembrou que seu grupo político elegeu somente 10 dos 24 deputados estaduais, mas recebeu o apoio de parlamentares da oposição para conseguir a aprovação de projetos considerados relevantes a sociedade mato-grossense.

“Nós conseguimos a aprovação de 90 projetos no Legislativo. É um número muito significativo. Isso se deve a consciência dos parlamentares em colaborar com Mato Grosso. Não sou dono de deputado, mas espero ter o apoio para governar. E isso conseguimos”.

Taques elenca que a relação de harmonia com o Legislativo culminou nesta boa relação. “Um deputado tem total autonomia para requerer uma emenda em um projeto de lei. Isso não é incomum. Da mesma forma que um parlamentar usar a tribuna para discursar e fazer uma crítica. Isso é papel da oposição e é respeitável”, observa. 

O governador ressaltou que designou uma servidora de sua confiança que trabalhava em Brasília nos seus tempos de senador para agir como interlocutora junto ao Legislativo, cabendo a responsabilidade de apresentar projetos e sanar dúvidas dos parlamentares a respeito das mensagens encaminhadas para aprovação.

Como feito de gestão, Taques avaliou que a decisão de encomendar auditorias em contratos herdados da gestão anterior gerou economia de R$ 1 bilhão aos cofres do Estado, o que será revertido em investimentos em áreas essenciais como educação, saúde e segurança pública.

O chamado “pente-fino” foi realizado por meio do decreto de número 2, assinado pelo governador em janeiro deste ano.

Conforme divulgado em agosto deste ano pela CGE (Controladoria Geral do Estado), os trabalhos envolveram o montante de R$ 5,24 bilhões em contratos da gestão do ex-governador Silval Barbosa (PMDB).

“Nós vamos construir 29 escolas modelo que tem qualidade diferencial em sua estrutura para oportunizar boa educação aos estudantes de Mato Grosso”.

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