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SEM DOENÇA

Várzea Grande imuniza 100% do rebanho bovino contra a febre aftosa

A secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável de Várzea Grande (SMMADRS) divulgou hoje (23) o balanço da etapa obrigatória de vacinação contra a febre aftosa.

Todas as 437 propriedades rurais do Município imunizaram o rebanho, totalizando 22.196 mil animais.

Em novembro, animais de todas as idades, de mamando a caducando, devem ser vacinados contra a doença.

O trabalho realizado em Várzea Grande vem contribuindo para manutenção do status de livre da doença com vacinação.

Essa condição possibilita Mato Grosso a exportar carne bovina para diversos países.

O último foco da doença viral foi registrado em janeiro de 1996.

Desde 2.000, Organização Mundial de Saúde Animal reconhece o Estado como livre com vacinação.

Como explica a secretária de Meio Ambiente, Helen Farias Ferreira, a pecuária de bovinos não é uma atividade forte em Várzea Grande, mas requer muita atenção, justamente pelo seu formato.

“Essas propriedades são em sua maioria de pequeno porte e assentamentos e em campanhas de vacinação nossos técnicos têm de estar acompanhando, levando orientação e até cobrando dos criadores a efetivação da vacinação. É um trabalho sanitário e de fiscalização de porta em porta”.

O fiscal da Secretaria, que atua junto ao Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea/MT), Miguel Vital, conta que o período de vacinação foi de 1º a 30 de novembro e que nesse intervalo 99,77% do rebanho receberam a vacina.

“Apenas um animal ficou fora. Fomos até a propriedade, multamos o proprietário e em seguida foi realizada a vacinação assistida, ou seja, o bovino foi vacinado na nossa presença. Esse cuidado é essencial para manutenção do status sanitário do Estado e para o Brasil que é um dos maiores exportadores de carne do mundo”.

Como pontua Vidal, concluir a cobertura vacinal do rebanho em pequenas propriedades é um grande desafio porque o pequeno criador não conta com estrutura de currais necessária ao manejo dos animais.

Com o perfil de pequenos produtores, a média de bovinos por propriedades rurais, em Várzea Grande, é no máximo 100 cabeças, como acrescenta Vidal.

ALERTA – O fiscal chama à atenção para cuidados na aquisição de equinos. Como ele destaca somente neste ano seis animais foram sacrificados por causa da anemia infecciosa equina (AIE), uma doença viral crônica, sem cura e transmissível para outros cavalos.

Vidal pontua que a incidência tem sido comum na Baixada Cuiabana e orienta para que os criadores, antes de adquirirem equinos, peçam o atestado para a anemia.

“Uma vez contraída a doença, o animal segue para o isolamento, pois até o arreio pode contaminar outros cavalos, e em seguida é feito o sacrifício”.

Foto: Divulgação

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