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ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA

Quadrilha de roubo de eletrônico acusada de desvia R$ 1,7 milhão é indiciada em Mato Grosso

Corregedoria da Polícia Civil prende investigador acusado de extorsão . Foto: Divulgação

A Delegacia Especializada de Roubos e Furtos, da Polícia Judiciária Civil indiciou dezesseis membros da organização criminosa investigada na operação “Mercatore”.

A operação foi  deflagrada no dia 18 de dezembro para desarticulação da quadrilha que fomentava uma série de crimes em Cuiabá. O inquérito foi encaminhado a Vara do Crime Organizado da Capital.

Todos irão responder por crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, receptação qualificada, falsificação de documento particular, falsidade ideológica, uso de documento falso, estelionato, corrupção ativa e passiva.

Na operação, nove de onze mandados de prisão preventiva foram cumpridos, além de 12 conduções coercitivas para interrogatório e 34 buscas e apreensão.

A organização criminosa é acusada de movimentar R$ 1,7 milhão, proveniente da lavagem de dinheiro e comercialização de produtos roubados como cargas de eletroeletrônicos, acessórios e equipamentos de informática.

As investigações da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), de Cuiabá, iniciadas há 1 ano, apontam que no topo da hierarquia da organização criminosa está J. dos S. F. e o gerente-geral O. C. V., que administram sete bancas, sendo cinco em Cuiabá, no Shopping Popular, na região do Porto, na Capital e outras duas em Várzea Grande.

Os dois suspeitos e outros sete membros, incluindo um policial civil, continuam presos e responderão pelos crimes, assim como um advogado e uma bancária que auxiliavam a quadrilha – ambos conduzidos coercitivamente para interrogatórios -. Também foram indiciados a filha do chefe da quadrilha, a nora, e o sócio da empresa fraudulenta usada na lavagem de dinheiro.

O grupo é investigado em lavagem de dinheiro advindo de práticas criminosas, especialmente, roubos e furtos, receptação qualificada de cargas de eletroeletrônicos, estelionato, corrupção de agentes públicos e associação criminosa.

As investigações da Polícia Civil apontam que o esquema era mantido por meio de empresas de “fachadas”, para capitanear recursos junto às instituições bancárias e assim, financiar os roubos, furtos e a receptação de cargas de eletroeletrônicos.

Foram identificadas nove empresas constituídas pelo grupo para lavagem de dinheiro. Uma delas foi instituída com documento falso, em nome do vice-líder da organização criminosa, O. C. V., que em seu RG falso apresenta-se como O. F. V.

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