EM DIAMANTINO

Polícia prende integrantes de quadrilha que mataram sargento da PM em assalto

Mais dois integrantes da quadrilha acusada do latrocínio que vitimou um sargento da Polícia Militar, em Diamantino (218 km a Médio Norte), foram presos pela Polícia Judiciária Civil.

A ação integrada da Delegacia de Diamantino com Núcleo de Inteligência de Nova Mutum (264 km ao Norte), Gerência de Operações Especiais (GOE) , Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e Delegacia de Campo Verde deu cumprimento aos mandados de prisão de W. S. P. de F. e J. S. J., apontados como partícipes no crime.

O acusado W. S. P. de F. estava sendo monitorado por investigadores do Núcleo de Inteligência do município de Nova Mutum e teve o mandado de prisão temporária cumprido na quinta-feira (31.12), no município de Campo Verde (131 km ao Sul).

No sábado (02.01), policiais do GOE e do GCCO realizaram a prisão do procurado, J. S. J., em Cuiabá.

De acordo a delegada de Dimantino, Venessa Aguiar da Cunha Garcez, as investigações apontam que os dois acusados foram até o município para ajudar na fuga dos demais integrantes da quadrilha para Cuiabá.

Com a prisão dos suspeitos, 5 pessoas foram presas acusadas de integrar a quadrilha, especializada em roubos em lojas de móveis e aparelhos eletrônicos.

O crime que vitimou o sargento Joilson Antônio Martins, de 45 anos, aconteceu no dia 20 de outubro, durante o roubo na loja Martinello, em Diamantino.

O policial estava de folga, nas proximidades do comércio, quando percebeu a ação de quatro assaltantes invadiram a loja para roubar aparelhos eletrônicos.

Na tentativa de evitar a ação dos criminosos, o policial foi baleado na cabeça e mesmo socorrido, morreu no pronto-socorro de Cuiabá.

No dia do crime, I. F. da Silva foi preso em flagrante, acusado de auxiliar a fuga dos suspeitos.

No mês de novembro, E. E. C., teve o mandado de prisão temporária cumprido, na cidade de São Gabriel D’Oeste, MS, em uma ação conjunta da Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal.

Dias antes, a namorada do suspeito e funcionária da loja, em que o policial foi morto também teve a prisão temporária cumprida.

Segundo a Polícia, o casal participou do crime passando informações sobre o estabelecimento para facilitar a ação dos assaltantes.

Outros dois suspeitos, J. A. da S. e A. de S. M. tiveram o mandado de prisão decretado, sendo identificados como executores do latrocínio e estão sendo procurados pela Polícia.

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