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FARRA

Levantamento mostra curiosidade de gastos de deputados federais de MT

Ao registrar o menor gasto das despesas com o “cotão” entre os parlamentares de Mato Grosso, o deputado federal Fábio Garcia (PSB) apresenta algumas curiosidades.

 A segunda maior despesa do parlamentar foi com o ex-vereador por Cuiabá, Marcus Fabrício Evangelista dos Santos, no valor de R$ 32 mil.

O gasto com Marcus Fabrício foi justificado como manutenção de escritório de apoio a atividade parlamentar.

Ex-vereador por Cuiabá, Marcus Fabrício também foi secretário de Turismo na Prefeitura Municipal na gestão do prefeito Mauro Mendes (PSB).

Por outro lado, a Rádio Jornal de Cáceres LTDA apresentou alto faturamento com os deputados federais.

Só o peemedebista Carlos Bezerra direcionou R$ 90 mil para publicidade relacionada ao exercício do mandato.

O deputado federal Valtenir Pereira investiu outros R$ 30 mil.

Já o deputado federal Nilson Leitão (PSDB) gastou R$ 50,291 mil só com passagens aéreas na empresa Azul Linhas Aéreas Brasileiras S/A.

A Cota para Exercício da Atividade Parlamentar, conhecida como “cotão”, é uma verba extra recebida por deputados e senadores para custear atividades do mandato.

Trata-se de um mecanismo legal e não há irregularidade formal no uso desse dinheiro.

A verba pode ser usada para a contratação de advogados, consultorias, para a impressão de materiais de divulgação e também para custear despesas de combustíveis, passagens aéreas, hotéis e alimentação do congressista, entre outros gastos.]

As passagens aéreas foram o principal gasto dos parlamentares em 2015, consumindo R$ 46,6 milhões.

Em seguida vêm as despesas com a divulgação do próprio trabalho: R$ 37,9 milhões foram empregados com esta finalidade no ano passado, segundo o Olho Neles!. Essa “divulgação” se refere a publicações e outros materiais de propaganda produzidos pelos congressistas.

A manutenção de escritórios políticos nos Estados (R$ 20,02 milhões) também é um item popular no uso do dinheiro do “cotão”. Há também a locação de veículos (R$ 21,1 milhões) e a contratação de estudos e consultorias independentes (R$ 19,3 milhões).

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