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QUESTÃO POLÊMICA!

Deputado Federal critica juiz de Mato Grosso por autorizar mudança de gênero em criança

Divulgação

O deputado federal Victório Galli (PSC) usou a tribuna da Câmara dos Deputados para criticar a decisão do juiz Anderson Candiotto, da 3ª Vara da Comarca de Sorriso, a 420 km de Cuiabá, que autorizou mudança de gênero em uma criança.

O parlamentar iniciou sua fala lembrando de sua preocupação com os ideologismos no Brasil e, em especial, em Mato Grosso, e a manchete que foi destaque em todo o Estado.

“Esta semana fomos surpreendidos com a seguinte manchete: ‘Juiz em MT determina mudança de gênero de criança’. Estampada em diversos sites de notícias e sites do nosso Estado. Afirmo, com todas as letras e com muita tristeza: chegou em Mato Grosso, a todo vapor, o marxismo cultural apoiado, agora, pelo judiciário”.

Galli lembrou ainda sobre o Projeto de Lei de Jean Wyllys, do PSOL, e Erika Kokay, do PT, que prevê a mudança de gênero e cirúrgica em crianças, sem tratamento psicológico e disparou.

“Vejo que o Brasil está em um estágio de doutrinação ideológica bastante avançado. A ideologia deu espaço ao bom senso e aos valores e moralidade”. Ressaltou ainda que este debate “ainda dará muito pano pra manga”.

“A bancada cristã, formada pela frente evangélica e pela frente católica se uniram, graças a Deus em defesa da família e de valores cristãos. E, não fugiremos do debate. Me animo, em certo aspecto, pois a população está cada vez mais atenta e questões de família e gênero entraram na agenda política do país. Sou enfático ao dizer minha posição, sou a favor da família e contra qualquer ideologismo”, continuou o parlamentar em seu discurso na Tribuna da Câmara dos Deputados”, disse.

Sobre a decisão do juiz mato-grossense, Galli afirma que tentaram justificar o injustificável.

Além de citar um caso famoso de mudança física de sexo ocorrida em 2013 envolvendo o filho do ex-jogador da Seleção Brasileira, Toninho Cereso.

“No Processo envolvendo esta criança em Mato Grosso, falou­-se da realização de estudo do caso, por especialistas, que setores da USP avaliaram o menor e que estes laudos contribuíram para a decisão do juiz. Então irei citar um caso famoso de mudança de sexo com atendimento psicológico e psiquiátrico e, mesmo assim, o final não foi feliz. Cito como exemplo de insucesso deste tipo de procedimento, o caso da Lea T, filho do ex-jogador da seleção de 82, Toninho Cereso, que fez todo um tratamento psiquiátrico e hormonal, e o filho do ex-jogador é maior de idade, não é uma criança, e este revelou em diversas entrevistas que recebeu o diagnóstico médico de transsexualidade e decidiu realizar a mudança do sexo masculino para o feminino. Pasmem, um ano depois da cirurgia revelou ao Programa Fantástico da Globo que continua se sentindo homem, não indicaria a cirurgia para ninguém, não se sente mais feliz e que se arrependeu do procedimento. E, espero que a irresponsabilidade e o ideologismo não tomem de assalto nossos valores e nossas consciências e que o Judiciário não legisle no lugar do Congresso”, completou Galli.

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