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CÂNCER DE PRÓSTATA

Preso por fraude de R$ 7 mi, ex-presidente do Intermat pede prisão domiciliar

Preso desde o dia 1º de fevereiro no Centro de Custódia de Cuiabá (CCC) por força das investigações da operação Seven, o ex-presidente do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat) Afonso Dalberto pediu à Justiça que substitua sua prisão preventiva na unidade pela prisão domiciliar por estar atualmente em tratamento contra um câncer.

O pedido deve ser analisado pela juíza Selma Rosane dos Santos Arruda, da Sétima Vara Criminal da capital, que expediu os mandados judiciais cumpridos na operação Seven pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público (MP).

As investigações da operação Seven já embasaram o oferecimento de ação penal contra Afonso Dalberto e outras nove pessoas – entre elas o ex-governador do estado Silval Barbosa, atualmente também preso no CCC.

Afonso Dalberto foi acusado pelo MP de envolvimento em um esquema amplo, supostamente liderado pelo ex-governador Silval Barbosa, com objetivo de fazer com que o estado adquirisse uma área rural de 721 hectares, provocando o desvio de R$ 7 milhões.

De acordo com o advogado Jackson Coutinho, que defende o ex-presidente do Intermat, o pedido para a aplicação da prisão domiciliar foi apresentado no dia 4 de fevereiro.

O principal fator que motivou o pedido foi o atual estado de saúde de Afonso Dalberto, que havia se submetido a uma cirurgia para tratamento contra um câncer de próstata recentemente quando a operação Seven foi deflagrada.

O advogado informou à Justiça que, na fase por que passa o ex-presidente do Intermat, é necessária que ele permaneça sob observação, devido ao baixo nível de imunidade. Ele também ainda deve seguir tratamento de radioterapia ou quimioterapia.

Além do estado de saúde, Coutinho alegou que, a essa altura, a prisão de Afonso Dalberto já não se justifica mais.

Seu cliente, argumentou o advogado, já prestou depoimento a respeito das acusações, não ocupa mais cargo público e não teria condições de interferir nas investigações ou na instrução do processo criminal.

O advogado preferiu não comentar com profundidade o teor das acusações apresentadas pelo MP à Justiça contra seu cliente no esquema investigado na operação Seven (a denúncia foi divulgada na íntegra na última quinta-feira).

Ele alegou que, até o momento, só tem conhecimento da denúncia com base no que foi publicado pela imprensa, uma vez que não foi ainda notificado.

Foto: Gcom

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Um comentário em “Preso por fraude de R$ 7 mi, ex-presidente do Intermat pede prisão domiciliar”

  1. O que adiantou roubar 7 mi? Nao vai levar nada para o simiterio nao e verdade! As pessoas estao gananciosas, a ganancia esta acabando com o ser humano que nunca esta contente com o que tem! Falta Cristo na vida dessas pessoas.

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