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NO SBT COMUNIDADE

Presidente do PMDB rompe o silêncio e dispara contra Mendes e Paulo Taques

O presidente do PMDB de Cuiabá e secretário da Executiva Estadual, Clóvis Cardoso, abriu, praticamente, uma caixa de ferramenta e disparou contra o secretário da Casa Civil Paulo Taques e contra o prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB).

Segundo Cardoso, Mendes não deve ser candidato à reeleição por questões ligadas a empresas do prefeito, já descartando qualquer possibilidade de coligação com o PSB.

`Não podemos concordar com esse monstro da Cab, com a tarifa do transporte coletivo que pode chegar a R$ 3,80, a mais cara do país, e o prefeito que não se posiciona sobre o VLT`.

Com isso, ele acredita que a reeleição pode chegar a um segundo turno.

Clóvis argumentou que a eleição para prefeito de Cuiabá deve ter em torno de 8 candidatos.

O PMDB já teria três: Toco Palma, José Marcondes (Muvuca) e o advogado Francisco Faiad.

`Além desses nomes, nós já temos uma quarta alternativa, por enquanto, é uma surpresa`, disse em entrevista ao SBT Comunidade Segunda Edição,  apresentado Agnelo Corbelino, e que vai ao ar nesta quinta-feira (18), a partir das 18h20.

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Presidente do PMDB de Cuiabá, Clóvis Cardoso é entrevistado por Agnelo Corbelino no SBT Comunidade Segunda Edição. Foto: Mato Grosso Mais

Nem mesmo o secretário da Casa Civil, Paulo Taques, escapou.

Segundo Clóvis, o presidente do PMDB de Mato Grosso, deputado federal Carlos Bezerra (PMDB), vai entrar na Justiça contra o secretário.

A interpelação judicial acontece porque Paulo Taques teria dito numa entrevista à imprensa que Silval Barbosa (PMDB) e Carlos Bezerra (PMDB) teriam ficado os últimos quatro dias de 2014 enfurnados na Secretária de Fazenda do Estado (Sefaz).

O secretário comentou que os dois não saiam do local e pediam almoço.

Segundo Paulo Taques, o cacique do PMDB tinha livre acesso aos corredores do Palácio.

“Aqui, os gatos do Palácio Paiaguás dizem que o deputado tinha porta aberta, literalmente, no Governo passado. Às vezes, era até constrangedor: ele entrava no gabinete do governador sem pedir licença e interrompendo reuniões. Então, ele participou daquele Governo ativamente. Isso é um fato. As consequências desse fato somente vamos saber no futuro”, disse.

A reportagem completa você assiste no SBT Comunidade Segunda Edição, a partir das 18h20, não perca!

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