MONSTRUOSIDADE

Jornalista da prefeitura de VG é demitido após abusar de 2 crianças

A Polícia Militar prendeu o gerente de Comunicação Social da prefeitura de Várzea Grande sob acusação de abuso sexual contra 2 crianças, uma menina de 5 anos e irmão dela, de 7.

O caso foi registrado na tarde deste domingo (27) nas imediações da Lagoa Trevisan, em Cuiabá.

No boletim de ocorrência registrado pela PM, o caso foi classificado como estupro de vulnerável.

A prefeita de Várzea Grande, Lucimar Campos (DEM), demitiu o funcionário.

A publicação foi feita no Diário Oficial dos Municípios que circula nesta terça-feira (29).

EXONERADO

Ele também atropelou uma pessoa quando tentava fugir do local dentro do seu carro.

No final da tarde desta segunda-feira (28) foi decretada a prisão preventiva do acusado.

Depois que foi acusado por uma menina de 11 anos que é prima das crianças, o jornalista foi detido por populares que acionaram a Polícia.

Consta no boletim de ocorrência que ele é conhecido da família das crianças e juntos foram passar o dia na Lagoa Trevisan.

Foi lá que uma das vítimas informou para a tia dela que o acusado estava tocando seu corpo em partes íntimas.

Testemunhas disseram ter visto o acusado sair do banheiro junto com o garoto.

Diante da situação, começaram a questioná-lo sobre as acusações.

Por sua vez, o jornalista, que já estava dentro do seu veículo foi cercado por familiares das crianças e outras pessoas que estavam no espaço.

Ele, na tentativa de sair com o veículo, atropelou uma mulher que sofreu ferimentos na perna esquerda.

Ela foi atendida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhada pronto-socorro de Cuiabá.

O acusado foi encaminhado para a Central de Flagrantes da Capital juntamente com as vítimas que narraram suas versões dos fatos.

No Cisc, a menina de 5 anos, disse, chorando para a tia dela, que o acusado colocava o dedo em sua vagina quando a colocava no colo.

O Conselho Tutelar também foi acionado.

Na tarde de ontem (28), ele participou da audiência de custódia, ocasião em que a prisão em flagrante foi homologada e convertida em prisão preventiva.

O Ministério Público Estadual (MPE) também se manifestou pela preventiva do acusado.

Consta no termo da audiência de custódia, que a vítima de 11 anos “declarou que o acusado afirmava que ela era bonitinha, ficava lhe abraçando, chamando-a e falando: ‘vem aqui dá um abraço em mim’.

Relata que, na piscina, ao descer no escorregador, o suspeito lhe esperava para ficar lhe segurando e passando a mão no seio dela.

Esclarece que pedia para ele lhe soltar, mas não a deixava sair, afirmando que ele dizia: ‘cada vez que você faz isso dá vontade mais de te abraçar'”.

Com Gazeta Digital

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