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CHACINA DE MATUPÁ

Silval será ouvido como testemunha de defesa em caso bárbarie de Mato Grosso

Divulgação

Foto: Divulgação

Uma das chacinas mais bárbaras de Mato Grosso, a chacina de Mautpá, ocorrida em novembro de 1990, vai ter um novo capítulo.

Desta vez, o personagem será o ex-governador Silval Barbosa (PMDB) que deixará o Centro de Custódia de Cuiabá no dia 18 de abril para prestar depoimento como testemunha de defesa do acusado de ter participado da morte de três homens, Mario Nicolau Schorr.

Segundo a denúncia, 18 homens, civis e policiais militares, foram acusados de participação nas mortes de Ivacir Garcia dos Santos, 31, Arci Garcia dos Santos, 28, e Osvaldo José Bachinan, 32.

Os três antes de serem espancados, baleados e queimados vivos, invadiram uma residência para roubar e fizeram a família da casa refém.

Após mais de 15 horas de negociação com a Polícia Militar, os bandidos se renderam, mas temiam pela vida já que a população estava enfurecida do lado de fora.

Toda a ação foi registrada por um cinegrafista amador e as imagens correram o mundo.

Em outubro de 2011, em razão do número de réus acusado de participar da chacina, o juiz da comarca de Mautpá determinou o desmembramento da ação e marcou quatro sessões para a realização do júri popular.

Mario Nicolau Schorr foi condenado a quatro anos e oito meses de reclusão, em regime semi-aberto, mas o julgamento foi anulado pelo Tribunal de Justiça após recurso apresentado pela defesa.

Silval Barbosa era morador da cidade quando a barbárie aconteceu.

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