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SISTEMA PENITENCIÁRIO

Servidores são capacitados para atuar no monitoramento de tornozeleiras

Para capacitar os servidores da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) que atuam no monitoramento das tornozeleiras eletrônicas, a Escola Penitenciária, em parceria com a empresa responsável pela instalação do sistema, está promovendo até 14 de abril, o treinamento de trinta agentes penitenciários.

Buscando uma uniformização nas atividades de registros, acompanhamento e atendimento, os agentes serão capacitados primeiramente pela empresa que hoje fornece os equipamentos de monitoramento.

Num segundo momento, o treinamento será dado pela Escola Penitenciária, onde serão abordados temas como atendimento ao público, noções de arquivologia, ergonomia, padronização dos atendimentos ao monitorado, relações interpessoais e outros.

“Sabemos que a Central de monitoramento possui uma equipe capacitada para a atividade desenvolvida, porém, qualquer empresa, ou instituição pública, se quiser oferecer um atendimento ao público com mais qualidade e eficiência, é necessário aprimorar cada vez mais suas técnicas de trabalho adquirindo maior conhecimento na área de atuação”, ressalta a diretora da Escola Penitenciária, Lucimar Poleto.

A dirigente destaca ainda que é missão da Escola oferecer não somente os cursos de formação inicial e continuada, mas também cursos de aperfeiçoamento de técnicas de trabalho, promovendo assim o desenvolvimento institucional.

Monitoramento eletrônico

As tornozeleiras eletrônicas foram implantadas no Estado como uma das alternativas para acompanhar os apenados que mudam do regime fechado para o semiaberto, conforme decisão judicial; quando o recuperando participa de atividades extramuros ou em casos qdaqueles que passam por audiência em custódia.

O baixo custo das tornozeleiras, em comparação com a manutenção de um preso nas penitenciárias, é um dos motivos da implantação do sistema no Estado.

Atualmente, Mato Grosso conta com 2.346 pessoas sendo monitoradas pelo sistema, sendo que a meta é chegar a três mil neste ano.

O monitoramento passa por três fases: Justificativa; Instalação e Manutenção e é feito em parceria entre os técnicos da empresa e a equipe responsável da Sejudh, que trabalham em regime de plantão.

O sistema de monitoramento funciona em dois locais. O primeiro fica no Fórum, onde ocorrem as audiências de custódia e o segundo local é na sede da Secretaria de Segurança Pública (Sesp), onde é realizado o acompanhamento das tornozeleiras por um sistema com mapas on-line.

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