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SAÚDE

Taques aumenta investimentos e critica Dilma por diminuir repasses

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Os problemas enfrentados pelo Governo de Mato Grosso para manter os salários dos servidores em dia não devem prejudicar a situação dos serviços de saúde prestados à população.

Essa é a avaliação do governador Pedro Taques (PSDB) que, desde o começo da gestão, determinou à equipe econômica do governo rigor na aplicação dos repasses constitucionais.

De janeiro a dezembro de 2015, o Governo de Mato Grosso aplicou 13,12% de seu orçamento em saúde, acima do mínimo constitucional, que é de 12%.

Em 2016, segundo dados da Secretaria de Fazenda, esse índice deve aumentar e ultrapassar a casa dos 14%, já que o governo vem aplicando este ano cerca de R$ 50 milhões por mês no setor.

“Enquanto o Governo do Estado reforça investimentos na saúde, a União reduz. Em 2015, o governo federal transferiu para Mato Grosso R$ 243,7 milhões de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS), 7,1% a menos do que o previsto para o período. Isso significa dizer que apesar da crise, mesmo sem ajuda da União, aumentamos investimentos em saúde”, afirmou Pedro Taques, antes de iniciar a viagem com a comitiva do governo estadual rumo à Bolívia, Chile e Peru.

O secretário de Fazenda Paulo Brustolin lembrou que quando o governador Pedro Taques assumiu, quase todas as unidades de saúde estavam sucateadas, entre elas o Pronto-Socorro de Cuiabá, com mais de 30 anos de existência.

“O governador teve coragem de fazer os investimentos necessários. Estamos construindo um novo Pronto-Socorro para a capital, um hospital digno, que a população de Cuiabá e de Mato Grosso merecem”.

Os gastos do atual governo com saúde vêm aumentando. Além das ações de saúde de responsabilidade do Estado, o governo repassa mensalmente R$ 2,5 milhões para o Hospital São Benedito, para a realização de cirurgias.

“Temos problemas na saúde pública do Estado, mas o governo vem enfrentando todos. O governador Pedro Taques não põe problemas embaixo do tapete e o governo não está parado na questão de saúde”, afirmou o secretário.

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