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CARGO COMISSIONADO

Presidente do TJ/MT demite servidor denunciado na Operação Sodoma

O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Paulo da Cunha, determinou para a Coordenadoria de Recursos Humanos do Poder Judiciário que o servidor comissionado B. S. S. fosse demitido do cargo de comissão que vinha ocupando nesse setor.

O servidor foi denunciado pelo Ministério Público do Estado juntamente com outras 16 pessoas em decorrência aos desdobramentos da “Operação Sodoma”.

Entre os crimes praticados pelos denunciados estão: concussão, extorsão, lavagem de dinheiro, fraude processual, constituição de organização criminosa, fraude à licitação e corrupção passiva e ativa.

De acordo com a denúncia, protocolada no dia 12 de abril e já recebida pela Sétima Vara Criminal, as investigações trouxeram novos nomes e revelaram outro “modus operandi”, que consistiu na exigência e/ou recebimento de vantagem indevida de fornecedores do Estado.

Na primeira fase da operação Sodoma, conforme o MPE, cinco pessoas foram denunciadas.

As fraudes referiam-se à concessão e fruição de benefício fiscal do Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic), no período de 2011 a 2015, no âmbito do Poder Executivo do Estado de Mato Grosso.

O ato de exoneração do servidor foi publicado no Diário Eletrônico da Justiça que circula nesta quarta-feira (27).

Na denúncia encaminhada à Justiça, o Ministério Público pediu a demissão do comissionado.

O servidor foi denunciado pela prática de crime de concussão (que é obter vantagem indevida usando o cargo público), juntamente com o ex-deputado estadual José Riva e o advogado e um empresário, também denunciado. Com Gazeta Digital

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