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EFEITO NÍVEL SUPERIOR

Juiz alerta para lotação e diz que novas operações do Gaeco comprometem Centro de Custódia

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O juiz da Vara de Execuções Penais de Cuiabá, Geraldo Fidelis, disse, em entrevista ao Mato Grosso Mais, na tarde desta segunda-feira (16), que está preocupado com a lotação que ocorre no Centro de Custódia de Cuiabá (CCC).

Segundo o magistrado, o local serve para comportar 27 presos, mas conta hoje com 30 detentos.

Geraldo Fidelis: Centro de Custódia de Cuiabá não comporta mais detentos. Foto: Assessoria TJ/MT

Fidelis comentou que já comunicou ao Estado a situação do Centro Provisório de Detenção e espera que um novo local, ainda maior, seja construído pelo Governo, com urgência.

O juiz ainda ressaltou a preocupação de que com novas operações do Gaeco e da Delegacia Fazendária devem acontecer, o CCC tende a ficar ainda mais cheio.

O Centro de Custódia de Cuiabá foi inaugurado no final de outubro de 2014, ainda no governo de Silval Barbosa (PMDB).

O local é destinado aos recuperandos com nível superior e condenados pela Justiça pelo não pagamento de pensão alimentícia.

Coincidentemente, o peemedebista está entre os presos que ocupam a carceragem do CCC.

Além dele, estão também os ex-secretários de Estado Marcel Cursi e Pedro Nadaf.

O trio está no Centro de Custódia de Cuiabá há oito meses, quando foi preso pela Delegacia Fazendária em setembro passado em decorrência da Operação Sodoma, que investiga fraudes na concessão de incentivos fiscais.

Pelo local também já passaram o ex-presidente da Assembleia Legislativa, José Geraldo Riva (sem partido), e o ex-secretário de Fazenda, Eder Moraes.

Geraldo Fidelis disse que em caso de novas prisões, a Justiça não vai permitir o uso de tornozeleiras eletrônicas para desafogar a lotação.

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