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PRESO NO CCC

Investigado em PAD, Marcel de Cursi coloca Silval e Nadaf como testemunhas

Divulgação

O ex-governador Silval Barbosa (PMDB) e o ex-secretário Pedro Nadaf serão ouvidos neste mês pela comissão responsável pelo Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra o também ex-secretário Marcel Souza de Cursi.

Eles foram arrolados como testemunhas no procedimento, que tramita na Controladoria Geral do Estado (CGE).

Na última semana, Eder de Moraes Dias, outro ex-gestor, foi ouvido no mesmo caso. Já o ex-titular da Secretaria Especial da Copa do Mundo (Secopa), Maurício Guimarães, também processado, deverá ser ouvido no próximo dia 15.

Silval, Nadaf e Eder foram arrolados como testemunhas por Marcel. Ao todo, serão ouvidas neste procedimento 10 pessoas, sendo que quatro já concluíram suas oitivas.

Conforme a legislação que trata do PAD, o acusado, no caso Marcel, tem a prerrogativa de acompanhar todos os depoimentos, a não ser que a testemunha não se sinta à vontade em falar na frente dele. Após a fase de depoimentos, segundo a CGE, tem início a etapa das alegações finais.

Servidor de carreira da Secretaria de Estado de Fazenda, Marcel, a exemplo de Silval e Nadaf, está preso preventivamente no Centro de Custódia de Cuiabá (CCC), quando foi deflagrada a Operação Sodoma, investigação da Polícia Civil.

Ele foi apontado como mentor intelectual do esquema para fraudar o programa de incentivos fiscais de Mato Grosso, pois possuía conhecimento técnico do Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Prodeic).

O ex-secretário ainda teria cobrado propina para concessão de incentivos fiscais. A pena máxima, na esfera administrativa, é a demissão do serviço público.

Já Guimarães, que também é servidor de carreira, responde a PAD por irregularidades identificadas na execução das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), em Cuiabá e Várzea Grande, além de falhas em outra obras de mobilidade urbana que estavam sob gestão da pasta, extinta no final de 2014.

No mesmo processo, figura como acusado também o ex-adjunto Alysson Sander Souza.

Neste procedimento a única pessoa que ainda não foi ouvida foi Guimarães, que solicitou prestar depoimento apenas após a oitiva de todas as testemunhas.

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