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OPERAÇÃO ARARATH

PF diz que empresários beneficiaram campanhas políticas em Mato Grosso

Mato Grosso Mais

O delegado responsável pela Operação Ararath, Wilson Rodrigues de Souza Filho, disse, em entrevista coletiva de imprensa, que duas pessoas foram presas por porte de arma irregular.

Uma delas estava com uma arma de uso restrito, um revólver 357. Por causa disso, não há fiança.

Já a outra pessoa estava com uma arma de uso legal. Foi arbitrado fiança, sem divulgação do valor.

O delegado também revelou que dos 45 mandados de busca e apreensão, que ainda estão sendo realizados, em Cuiabá e Várzea Grande, 44 foram em empresas e somente um em uma residência.

A Polícia Federal não revelou nome de empresas e das pessoas que foram alvo nesta fase da Operação.

Mas apontou que existe uma organização criminosa envolvendo empresários do setor imobiliário que teriam financiado campanhas eleitorais.

Segundo a PF, a organização criminosa tem líderes e é dividida em núcleos.

O delegado Wilson Rodrigues de Souza Filho não revelou que seriam os políticos beneficiados com os crimes.

Ele disse que os crimes investigados nesta operação começaram de 2011 a 2014.

Ainda de acordo com Wilson Rodrigues, a Operação Ararath ainda não chegou nem a metade das investigações.

O objetivo da nova fase da Ararath é de colher provas sobre um possível esquema de lavagem de dinheiro realizado por intermédio da aquisição de imóveis em nome de terceiros, com recursos originários de crimes financeiros e corrupção investigados nas fases anteriores da citada operação.

A ação conta com a participação de 90 policiais federais todos lotados em Mato Grosso.

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