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SEM MONITORAMENTO

Rodrigo não usará tornozeleira eletrônica por causa da greve geral em MT

Após cinco dias sua soltura do Centro de Custódia de Cuiabá, Rodrigo Barbosa, filho do ex-governador Silval Barbosa (PMDB) em audiência, nesta segunda-feira (6), na Sétima Vara Criminal, recebeu a informação que, por enquanto, não deve usar tornozeleira eletrônica em virtude da greve geral dos servidores do Estado.

O uso do equipamento era uma das medidas cautelares da juíza Selma Rosane Arruda para conceder a sua liberdade.

Ao sair do Fórum da Capital, em entrevista ao site Olhar Direto, Rodrigo disse estar “feliz” em sair do Centro de Custódia da Capital (CCC) e revelou não “ver problemas” em se submeter à monitoramento eletrônico.

Filho do ex-governador Silval, Rodrigo foi preso pelo Gaeco em uma das fases da Operação Sodoma no dia em 25 de abril.

Para ganhar a liberdade, Rodrigo teve de pagar de fiança em torno de 600 salários mínimos, o que deu R$ 528 mil.

“Fiquei surpreso com o recebimento da denúncia. Não é hora de comentar o teor dela, mas estou muito feliz de estar aqui fora e pela oportunidade que a juíza me deu de responder e buscar os meus direitos e a liberdade”, avaliou em entrevista ao Olhar Direto.

Ainda segundo a reportagem, Rodrigo evitou comentar as declarações feitas pelo ex-secretário de administração, Pedro Elias.

“Não gostaria de comentar, eu vou no decorrer do processo (responder) os questionamentos que serão feitos e vou discutir com minha defesa, e isso será pontuado no momento certo”.

SOLTURA DE RODRIGO BARBOSA – 1º DE JUNHO DE 2016

A juíza Selma Rosane Arruda, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, concedeu alvará de soltura para Rodrigo Barbosa, filho do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), na tarde desta quarta-feira (1).

Para ser solto, Rodrigo Barbosa deve pagar uma fiança no valor de 600 salários mínimos, que daria em torno de R$ 528 mil.

O valor foi determinado em previsão daquilo que, supostamente, o filho de Silval Barbosa (PMDB) possa ter ficado com os crimes que, supostamente, teriam a liderança do seu pai.

A defesa do filho de Silval também conseguiu provar à Justiça que Rodrigo Barbosa não estava em Cuiabá quando o apartamento do ex-secretário adjunto de Administração do Estado, Pedro Elias, foi invadido com o intuito de fazer sumir documentos que o ex-secretário guardava.

Mesmo sendo solto, Rodrigo passará a suar tornozeleira eletrônica, não poderá se ausentar do Estado sem comunicação à Justiça, não poderá frequentar nenhum órgão do estado, está também proibido de ter contato com testemunhas ou acusado e deve entregar seu passaporte.

RODRIGO

RODRIGO 3

RODRIGO DOIS

O filho de Silval Barbosa foi preso em decorrência de uma das fase da Operação Sodoma, realizada pela Delegacia Fazendária e virou réu na ação penal proposta pelo Ministério Público do Estado.

Rodrigo foi preso e levado aoo Centro de Custódia de Cuiabá desde o dia 25 de abril.

Além dele, outras pessoas também foram presas como o ex-chefe de gabinete de Silval Barbosa, Sílvio Correa, e o ex-secretário adjunto da Sad, Coronel PM José Nunes Cordeiro, que está detido no Bope.

Rodrigo e mais 16 pessoas, como o pai, Pedro Nadaf e Marcel de Cursi viraram réus.

Todos vão responder pelos crimes de lavagem de dinheiro, concussão, extorsão, tentativa de fraude a licitação, corrupção ativa e passiva, fraude processual e organização criminosa.

De acordo com a denúncia oferecida pelo Ministério Público do Estado, o filho do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), Rodrigo Barbosa, preso, nesta segunda-feira (25), durante a quarta fase da Operação Sodoma, tinha um papel duplo dentro da suposta organização criminosa liderada pelo pai dele.

Segundo o MPE,  ao contrário dos demais, Rodrigo Barbosa não exercia nenhuma função no governo de Silval, mas sua tarefa era identificar aliados e “fonte de receita” para o Grupo Criminoso  e arrecadar a parte da vantagem indevida que cabia ao pai.

Os promotores apuraram que a participação do filho do ex-governador só ocorria no próprio ambiente da suposta organização criminosa.

Ainda de acordo com trecho da denúncia, Rodrigo Barbosa só tinha contato com seus cúmplices, já que, por ser filho de Silval Barbosa, governador à época, era protegido para que seu nome não fosse descoberto. “…não era interessante à ORGANIZAÇÃO e especialmente ao LÍDER que pessoa de atuação tão sensível ficasse exposto”, diz trecho da acusação.

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