Base da Polícia Militar em Cuiabá é novo alvo de ataques criminosos; ASSISTA

Informações que circulam nas mídias sociais apontam que a base da PM do bairro Três Barras, em Cuiabá, foi atacada por criminosos na madrugada deste domingo (12).

Não há suspeito de quem tenha participado dos ataques.

Cerca de 50 cápsulas de 380 e .40 foram encontradas.

Os criminosos também usaram coquetel molotov, mas os mesmos não chegaram a explodir.

A intenção era incendiar o local.

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Todo o acompanhamento das ações de segurança está sendo monitorado pela Sala de Comando e Controle’, instalada na Secretaria de Estado Segurança Pública (Sesp).

Policiais civis e militares que estavam de folga e os que estavam no final do turno foram convocados para permanecer em atuação.

Os militares que integram o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e o Batalhão de Ronda Ostensiva Tática Móvel (Rotam) também foram convocados para realizar rondas ostensivas nas ruas.

“Desde ontem estamos com força total nas guarnições, e em razão desse aumento de efetivo flagramos duas pessoas que estavam com galões de gasolina em Várzea Grande, com a intenção de incendiar mais ônibus”, apontou o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Gley Alves.

Além do aumento de viaturas e de efetivo, dois helicópteros do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) realizaram rondas noturnas nos bairros da Capital e vizinha Várzea Grande.

E devido ao reforço concentrado do policiamento das ruas, o secretário de Segurança Pública pediu que as empresas do transporte coletivo não alterem os horários de funcionamento dos ônibus.

Visitas nos presídios

A segurança no sistema prisional foi redobrada e segundo o secretário de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), Márcio Dorileo, o grande desafio nas próximas horas, para retomar o direito às visitas de familiares nas penitenciárias de Mato Grosso, será concretizar a decisão judicial de restabelecimento das demais atividades essenciais que já foram determinadas.

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso determinou que os agentes penitenciários mantivessem 70% do efetivo durante a greve, iniciada no dia 26 de maio, e declarou ilegalidade do movimento.

O desembargador Rondon Bassil Dower Filho determinou ainda o retorno imediato ao trabalho sob pena de multa de R$ 7 mil por hora de descumprimento.

“Confiamos no bom senso e na razoabilidade do cumprimento da decisão judicial pra que essas visitas sejam asseguradas amplamente a todos a partir de agora”, disse o secretário da Sejudh.

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