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TENSÃO NA CASERNA

Tenente-Coronel é alvo de sindicância por agredir Coronel de MT

Divulgação

Governo do Estado convoca mais 1.340 candidatos do concurso. Foto: Divulgação

Um tenente-coronel da reserva está sendo alvo de uma sindicância acusatória aberta pela Polícia Militar por ter, segundo a denúncia, agredido um coronel da PM, então comandante do 2º Comando Regional da PM (CR-II). A agressão teria ocorrido em julho de 2010.

De acordo com a denúncia, a vítima coletava informações sobre uma primeira sindicância aberta pela Polícia Militar e procurou o acusado no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande, mas não foi bem recebido.

“Quando da chegada do coronel, o sindicado o teria desconsiderado e mesmo em sua presença impediu a saída da viatura do serviço reservado, além de tentar chamar a atenção de transeuntes, gritando para o coronel: ‘Não me agrida policial, você vai atirar? Atira! Atira!”, narra o edital de sindicância publicado pela PM no Diário Oficial desta quinta-feira (16).

Ao ser advertido pelo coronel, o acusado o teria agredido com um tapa em sua mão direita e ainda dito ao oficial superior que ele não era homem de prendê-lo.

“Ato contínuo, ainda teria tecido comentários ofensivos a respeito de outros oficiais superiores da PMMT, bem como proferido acusações sobre irregularidades cometidas por tais oficiais, dizendo que teria um dossiê com diversas irregularidades envolvendo a Instituição Policial Militar, alegando ainda que estaria sofrendo perseguições pelo alto comando da PMMT”.

Comprovada a atitude, o coronel teria cometido dez transgressões disciplinares previstas na lei que rege a conduta dos policiais militares, entre elas o item 3: “concorrer para a discórdia ou desarmonia e cultivar inimizade entre camaradas”; e o item 42: “portar-se sem compostura em lugar público”. O coronel teria ainda infringido vários artigos dos códigos de Ética e de Hierarquia.

Encarregado da sindicância, o tenente-coronel responsável escreve no edital de citação que tentou, por três vezes, notificar o acusado em seu endereço atual, em Rondonópolis, mas ele não foi encontrado.

O acusado será interrogado e terá um prazo para apresentar sua defesa.

A sindicância pode culminar em expulsão da corporação, advertência, ou em arquivamento da denúncia. Com Diário de Cuiabá

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