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CONDUÇÃO COERCITIVA

CPI dos Frigoríficos pede apoio da Sesp para condução de testemunhas em depoimentos

Divulgação

Seguindo o cronograma de trabalho da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Frigoríficos, nesta terça-feira (28), três testemunhas, dos quatro atos de convocação emitidos pela CPI, não compareceram para prestar esclarecimentos aos deputados.

Os depoentes Mauro Suaiden, representante da Margen S.A, que possui planta fechada no município de Barra do Garças; Natalino Bertin, sócio da empresa Greenville Assessoria e Consultoria de Barra do Garças; Sebastião Douglas Sorge Xavier, empresa Quatro Marcos Ltda, localizada no município de Vila Rica, não vieram ao Parlamento, conforme notificados.

Fátima Maria Martins Queiroz, representante da Empresa Pantanal Indústria e Comércio- município de Vila Rica- não compareceu por inconsistência em seu endereço de correspondência.

Nessa terça-feira, o encontro, presidido pelo deputado Ondanir Bortolini (PSD) – o Nininho, deliberou em votação que, antes de nova convocação, será realizada uma reunião com o secretário de Segurança Pública do Estado, Rogers Jarbas, e da Procuradoria da ALMT sobre a condução coercitiva das testemunhas que não compareceram às reuniões anteriormente convocadas. E

stavam presentes o relator da comissão, deputado Zé Domingos Fraga (PSD), deputados Pedro Satélite e Wagner Ramos (PSD).

“Como as testemunhas estão se abstendo de comparecer, não encontramos outra maneira de trazê-las sem que seja coercitivamente. Por isso, vamos buscar, dentro da legalidade, o respaldo necessário para que os depoentes compareçam às convocações”, reforçou Nininho.

Para Nininho, a ausência não compromete o andamento do processo, mas, sendo necessário, a CPI terá o prazo de trabalho estendido, conforme estabelece o Regimento Interno da ALMT.

“Nós estamos em um momento muito importante da CPI, que é a coleta de informações consistentes. Entretanto, mesmo com a ausência das testemunhas, daremos sequência às reuniões aprovadas em sessão. O que deixamos claro é que não abrimos mão de ouvir as testemunhas sobre as possíveis irregularidades no setor dos frigoríficos em Mato Grosso”, concluiu Nininho.

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