OPERAÇÃO VENTRÍLOQUO

Citado por Riva, Romoaldo Júnior nega ter recebido propina e feito pagamentos ilegais

O deputado estadual Romoaldo Júnior (PMDB) negou que tenha feito qualquer ato irregular no período que ocupou a presidência da Assembleia Legislativa.

Por causa do afastamento do titular da cadeira, o deputado estadual José Riva (sem partido), Romoaldo acabou ocupando a cadeira, mas negou que tenha feito pagamentos ilegais, como sugere a investigação do Ministério Público do Estado decorrente da ação penal da Operação Ventríloquo.

O deputado alega que não teve vantagem pessoal e que ainda não foi chamado para prestar esclarecimentos.

Na entrevista feita ao Gazeta Digital, Romoaldo comentou que muitos “deputados nem conta tem, estão no serasa, no cadin, não conseguem ter crédito. É  comum usar conta de assessor, ou de algum membro da família”, comentou o deputado.

No dia 15 de abril deste ano, José Riva confessou à Justiça que participou do esquema consciente de que se tratava de propina e disse ter recebido R$ 806 mil.

Também apontou 4 deputados como beneficiários dos recursos já que indicaram contas de empresas e pessoas para receber parte dos valores.

Na última audiência da ação penal realizada no dia 23 de junho, José Riva voltou a reafirmar o envolvimento dos parlamentares e entregou 8 listas contendo diversos nomes, todos escritos a próprio punho como uma forma de ele ter o controle sobre o destino do dinheiro.

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