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RESISTÊNCIA PARA DEPOR

Presidente de CPI designa Policial Civil para encontrar empresários em Mato Grosso

Divulgação

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Frigoríficos, deputado estadual Ondanir Bortolini ‘Nininho’ designou o policial civil, Carlos Eduardo Teixeira Conceição, cedido pela Polícia Judiciária Civil, para exercer a função de oficial de diligência.

Entre as atribuições do investigador estão:

“I – proceder à coleta e análise de dados, informações e conhecimento de interesse da investigação da CPI, em assessoria e sob designação do Presidente da CPI;

II – proceder, mediante determinação expressa do Presidente da CPI, às diligências e investigações com o fim de coletar provas, visando à instrução dos procedimentos legais, emitindo relatório circunstanciado dos atos realizados;

III – realizar intimações e notificações;

IV – assessorar estudos para a execução de projetos de organização e reorganização de investigação;

V – efetuar o registro de ocorrências e certificações;

VI – classificar em ordem os procedimentos, mandados, certidões e demais atos.”

A decisão da CPI ter um policial civil para cumprir diligências ocorre porque três testemunhas, dos quatro atos de convocação emitidos pela CPI, não compareceram para prestar esclarecimentos aos deputados.

Os depoentes Mauro Suaiden, representante da Margen S.A, que possui planta fechada no município de Barra do Garças; Natalino Bertin, sócio da empresa Greenville Assessoria e Consultoria de Barra do Garças; Sebastião Douglas Sorge Xavier, empresa Quatro Marcos Ltda, localizada no município de Vila Rica, não vieram ao Parlamento, conforme notificados, no mês passado.

Fátima Maria Martins Queiroz, representante da Empresa Pantanal Indústria e Comércio- município de Vila Rica- não compareceu por inconsistência em seu endereço de correspondência.

“Como as testemunhas estão se abstendo de comparecer, não encontramos outra maneira de trazê-las sem que seja coercitivamente. Por isso, vamos buscar, dentro da legalidade, o respaldo necessário para que os depoentes compareçam às convocações”, reforçou Nininho.

Para Nininho, a ausência não compromete o andamento do processo, mas, sendo necessário, a CPI terá o prazo de trabalho estendido, conforme estabelece o Regimento Interno da ALMT.

“Nós estamos em um momento muito importante da CPI, que é a coleta de informações consistentes. Entretanto, mesmo com a ausência das testemunhas, daremos sequência às reuniões aprovadas em sessão. O que deixamos claro é que não abrimos mão de ouvir as testemunhas sobre as possíveis irregularidades no setor dos frigoríficos em Mato Grosso”, concluiu Nininho. Com Assessoria

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