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OPERAÇÃO SEVEN

Juíza revoga prisão domiciliar e retira tornozeleira de ex-president do Intermat

Divulgação

A juíza Selma Arruda, da Vara Contra o Crime Organizado da Capital, revogou a prisão domiciliar imposta ao ex-chefe do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Afonso Dalberto, réu da Operação Seven.

A decisão, que ainda não foi publicada, é da última sexta-feira (15). A magistrada também determinou a retirada da tornozeleira eletrônica que Dalberto estava obrigado a utilizar e as demais cautelares determinadas anteriormente, como a proibição de se ausentar da comarca sem avisar.

A revogação das medidas ocorreu após a magistrada ter homologado o acordo de colaboração premiada firmado entre o ex-chefe do Intermat e o Ministério Público Estadual (MPE).

No acordo, Afonso Dalberto deu detalhes do suposto esquema que teria desviado estes R$ 7 milhões dos cofres públicos por meio da compra da área de terra de 727 hectares, localizada na região do Manso.

Segundo o Gaeco, a área já pertencia ao Estado e foi “comprada” novamente do médico Filinto Corrêa da Costa, em 2014, com preço superfaturado de R$ 4 milhões.

Afonso Dalberto já devolveu R$ 579 mil ao Estado, que é o valor da propina atualizado com juros e correção, mas continua como réu das duas ações penais derivadas da Seven.

O acordo prevê a devolução total de R$ 1,4 milhão por parte do delator, que chegou a ser preso em fevereiro deste ano, quando a operação foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco).

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