PROVOCANDO FERIMENTOS

Justiça manda tirar tornozeleira eletrônica de advogado alvo da Operação Ventríloquo

O advogado J. C. D. R. não vai mais usar tornozeleira eletrônica.

A retirada foi autorizada pela juíza Selma Rosane dos Santos Arruda, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá.

J. C. D. R. é réu na Operação Ventríloquo deflagrada pelo Gaeco e chegou a ficar alguns meses preso no Centro de Custódia de Cuiabá.

O advogado usou o equipamento desde abril deste ano, quando a juíza revogou sua prisão e determinou o monitoramento eletrônico como medida cautelar.

Na semana passada, J. C. D. R. solicitou a retirada do equipamento.

O advogado alegou que os demais envolvidos no caso não estão usando o equipamento eletrônico.

Ele ainda salientou que o equipamento estaria provocando feridas em sua perna.

Selma Arruda também determinou a retirada da tornozeleira eletrônica do ex-secretário-geral Luiz Márcio Bastos Pommot e do ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o ex-deputado José Riva (sem partido).

A operação Ventríloquo descobriu um suposto esquema que teria desviado R$ 9,4 milhões da Assembleia, por meio de pagamentos indevidos ao então advogado de uma agência bancária e delator dos crimes, J. F. M. C.

Veja despacho da magistrada:

Prezado Senhor(a):

Por determinação do(a) MM.(ª) Juiz(a) de Direito, Selma Rosane Santos Arruda, comunico a vossa senhoria que foi autorizada a retirada da tornozeleira do acusado Julio Cesar Domingues Rodrigues, brasileiro, advogado, portador do RG nº 231.122-12 SSP/MT, CPF nº 857.796.441-87, conforme decisão anexo.

Atenciosamente,

Rosevete dos Santos Maciel Teixeira

Gestor(a) Judiciário(a)

À: CENTRAL DE MONITORAMENTO.

Veja Mais

Deixe seu Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *