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GRUPO BIPAR

Credores aprovam recuperação judicial de empresas de Mauro Mendes

Mato Grosso Mais

Prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB). Foto: Mato Grosso Mais

A assembleia geral de credores aprovou, com cerca de 90% de votos, o plano de recuperação judicial do Grupo Bipar, do prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (PSB).

O grupo é constituído pelas empresas Bipar Energia, Bipar Investimentos e Participações, Mavi Engenharia e Construções e Bimetal Indústria Metalúrgica Ltda.

A assesembleia foi realizada no último dia 15.

De acordo a ata da assembleia, o plano prevê pagamento do passivo de R$ 100 milhões, que foi negociado junto aos credores, em até 121 meses e alguns anos de carência.

Participaram da aprovação credores da classe trabalhista; garantia real; quirografário (sem garantia real) microempresa e empresas de pequeno porte.

De acordo com o diretor do Grupo Bipar, Luis Nespolo, a proposta estabelece condições para empresa cumprir os pagamentos de maneira bem conservadora, portanto segura. “Queremos cumprir e dar continuidade às atividades e novos negócios. E com isso reestruturar e manter os ativos e capitais do grupo”.

A recuperação do grupo foi pedida na 1ª Vara da Cível da Comarca de Mato Grosso em setembro de 2015, e aprovada em 5 de outubro.

A intenção do grupo, segundo seus representantes, foi utilizar a recuperação judicial para preservar empregos, buscar o equilíbrio financeiro e seguir com a execução de aproximadamente R$ 200 milhões em contratos.

O plano agora segue pra homologação do juiz Cláudio Zeni, em substituição na 1ª Vara Cível de Cuiabá, e  assim que homologado passa a ser executado junto a todas as categorias de credores.

Mauro Mendes é sócio e presidente do grupo, mas está licenciado em razão de sua atuação política.

Em abril, o juiz Flavio Miraglia Fernandes, da 1ª Vara Cível de Cuiabá, estendeu por mais 90 dias o prazo de “blindagem” (proibição de incluir nos órgãos de restrição ao crédito) do Grupo Bipar.

A decisão é do dia 1º de abril. As empresas, que já estavam blindadas há seis meses, não poderão ser incluídas no SPC e Serasa até julho.

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