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ESTRATÉGIA DE DEFESA

Permínio Pinto é orientado por advogados a se calar em depoimento ao Gaeco

Divulgação

Os advogados de defesa do ex-secretário de Educação de Mato Grosso, Permínio Pinto, pediram para que o cliente não responda a nenhuma das perguntas que devem ser feitas pelos promotores e delegados do Gaeco, na tarde desta quarta-feira (27).

É que os defensores alegam que a Justiça Estadual não teria competência para estar no caso porque parte dos recursos supostamente desviados durante a descoberta na Operação Rêmora seria oriundos da União, ou seja, a competência seria da Justiça Federal.

Neste caso, a acusação deveria ser feita pelo Ministério Público Federal e o depoimento de Permínio prestado aos procuradores da República de Mato Grosso.

Permínio Pinto foi preso na segunda fase da Operação Rêmora, intitulada Locus Delicti, deflagrada pelo Gaeco.

Os advogados de Permínio alegam no pedido de liberdade que a competência do caso é da Justiça Federal e não Estadual, por estar envolvido no suposto esquema recursos da União.

Valber Melo e Artur Osti, que patrocinam a defesa de Permínio, pedem que esta fase da operação seja anulada.

A juíza Selma Rosane Arruda, da 7ª Vara Criminal, decretou a prisão do ex-secretário porque Permínio ainda teria forte influência dentro da Seduc, o que poderia dar, no entendimento da decisão, continuidade a recebimento de propina, provocando ainda mais prejuízos aos cofres públicos.

Ainda segundo informações que constam na sentença que levou à prisão de Permínio, é citado que o suposto grupo criminoso só agia com a autorização do então secretário de Educação. (como mostra abaixo as informações).

De acordo ainda com trecho da sentença, somente a prisão de Permínio Pinto poderia cessar a atividade da suposta organização criminosa.

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O trecho da sentença ainda traz que a prisão foi decretada com receio de que Permínio pudesse fugir, assim que o nome dele fosse levado ao conhecimento de suposto envolvimento na Operação Rêmora.

Permínio ainda é citado como se fosse um general da suposta organização criminosa, já que, segundo o documento da sentença, o ex-secretário tinha a seu dispor supostos soldados que cumpriam determinadas funções dentro do suposto esquema.

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