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PRESO NA RÊMORA

Tribunal de Justiça nega HC para ex-secretário de Educação Permínio Pinto

Divulgação

O ex-secretário de Educação de Mato Grosso, Permínio Pinto, que presta depoimento, na tarde desta quarta-feira (27), no Gaeco, teve a informação de que não deve sair do Centro e Custódia de Cuiabá, onde está preso desde o dia 20 de julho, porque o desembargador Rondon Bassil Dower, do Tribunal de Justiça do Estado, negou o pedido de liminar feito pela defesa do ex-gestor.

Permínio Pinto foi preso na segunda fase da Operação Rêmora, intitulada Locus Delicti, deflagrada pelo Gaeco.

Os advogados de Permínio alegam no pedido de liberdade que a competência do caso é da Justiça Federal e não Estadual, por estar envolvido no suposto esquema recursos da União.

Valber Melo e Artur Osti, que patrocinam a defesa de Permínio, pedem que esta fase da operação seja anulada.

A juíza Selma Rosane Arruda, da 7ª Vara Criminal, decretou a prisão do ex-secretário porque Permínio ainda teria forte influência dentro da Seduc, o que poderia dar, no entendimento da decisão, continuidade a recebimento de propina, provocando ainda mais prejuízos aos cofres públicos.

Ainda segundo informações que constam na sentença que levou à prisão de Permínio, é citado que o suposto grupo criminoso só agia com a autorização do então secretário de Educação. (como mostra abaixo as informações).

De acordo ainda com trecho da sentença, somente a prisão de Permínio Pinto poderia cessar a atividade da suposta organização criminosa.

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O trecho da sentença ainda traz que a prisão foi decretada com receio de que Permínio pudesse fugir, assim que o nome dele fosse levado ao conhecimento de suposto envolvimento na Operação Rêmora.

Permínio ainda é citado como se fosse um general da suposta organização criminosa, já que, segundo o documento da sentença, o ex-secretário tinha a seu dispor supostos soldados que cumpriam determinadas funções dentro do suposto esquema.

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