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Secretário rebate relatório e diz que TCE precisa ter cuidados com os números das obras da Copa

O secretário de Cidades do Estado (Secid), Eduardo Chiletto, em entrevista coletiva à imprensa, na tarde desta terça-feira (16), rebateu o relatório feito pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE) sobre os Termos de Ajustamento de Gestão (Tags) das 22 obras da Copa do Mundo.

Chiletto minimizou as informações passadas pelo TCE de que há atraso no andamento das obras.

Ele disse que os 11,3% do que foi feito até agora das obra divulgados pelo Tribunal de Contas do Estado se referem ao financeiro e que das 22 obras, mais de 70% delas estão em andamento bem avançado.

Abaixo, reportagem feita pelo Gabinete de Comunicação do Estado.

Obras objeto de TAGs foram vistoriadas três vezes para elaboração de relatório

Para elaborar o relatório do andamento das obras da Copa que foram objeto de Termos de Ajustamento de Gestão (TAGs), os membros da Comissão de Acompanhamento e Fiscalização do cumprimento dos TAGs, do Tribunal de Contas de Mato Grosso, vistoriaram cada local pelo menos três vezes.

A informação é do presidente da Comissão, conselheiro José Carlos Novelli, que elogiou o trabalho do grupo durante sessão ordinária do Pleno realizada na manhã desta terça-feira (16.08).

O conselheiro destacou que o Tribunal de Contas está cumprindo com o seu papel de fiscalizar a aplicação dos recursos públicos. Também o de tornar essas informações públicas, ao disponibilizar cópias do relatório a todos os integrantes da Rede de Controle de Gestão Pública de Mato Grosso.

Na quarta-feira passada (10), receberam o documento o governador do Estado, Pedro Taques; o presidente do Tribunal de Contas, conselheiro Antonio Joaquim; o presidente da Assembleia Legislativa, Guilherme Maluf, e o secretário de Cidades, Eduardo Chiletto.

O coordenador da Comissão, conselheiro substituto João Batista de Camargo Júnior, ressaltou que, apesar de estar acompanhando o andamento das obras desde a assinatura dos TAGs, em fevereiro, o relatório só foi elaborado e divulgado agora porque o grupo pretendia dar tempo para que as obras “deslanchassem”, o que acabou não ocorrendo. Passados quatro meses da assinatura dos TAGs, apenas 11,3% das metas definidas foram executadas. Com assessoria

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