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EFEITO CENTRO DE CUSTÓDIA

Taques cola imagem de Silval Barbosa a Emanuel Pinheiro e diz que eleitor deve fazer reflexão

Divulgação

O secretário Paulo Taques, que agradeceu às manifestações de solidariedade. Foto: Divulgação

O secretário-chefe da Casa Civil de Mato Grosso, Paulo Taques (PSDB), defendeu que os eleitores reflitam no momento da escolha do futuro prefeito de Cuiabá, no pleito marcado para outubro próximo. Ele disse esperar que o voto seja consciente.

Em entrevista ao Jornal do Meio-Dia, da TV Record (Grupo Gazeta), Paulo Taques afirmou que será inevitável, durante o período de campanha eleitoral em Cuiabá, que o eleitor faça a comparação entre os governos Pedro Taques (PSDB) e Silval Barbosa (PMDB).

Essa comparação, segundo ele, ocorrerá na disputa entre dois dos candidatos a prefeito da Capital mato-grossense: Wilson Santos (PSDB) e Emanuel Pinheiro (PMDB), que representam a atual e a antiga gestão, respectivamente.

Taques disse que os eleitores terão que analisar a administração anterior – do PMDB – para definir “se querem o mesmo para a Prefeitura de Cuiabá”.

Um dos líderes do PMDB, o ex-governador Silval Barbosa está preso, desde setembro do ano passado, em decorrência da Operação Sodoma, que apura um suposto esquema de corrupção e lavagem de dinheiro, que teria lucrado R$ 2,6 milhões, entre 2013 e 2014, por meio da cobrança de propina para a concessão de incentivos fiscais pelo Prodeic (Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso).

Paulo Taques alertou para que os eleitores reflitam sobre a situação deixada pelo peemedebista quando esteve à frente do Executivo Estadual.

“Vai haver comparação, sim, pois o Wilson é líder do Governo e candidato do governador Pedro Taques, além de serem do mesmo partido. Caberá ao cidadão cuiabano refletir, pensar sobre o que quer para Cuiabá: deixar que a capital fique como encontramos o Governo do Estado ou continue avançando”, disse.

Para Taques, o desgaste sofrido por Wilson é “natural” e ocorre pelo fato de o candidato tucano ter deixado o Palácio Alencastro no meio do seu segundo mandato, em 2010.

Além disso, ele atuou como líder do Governo na Assembleia Legislativa, durante discussões polêmicas, como a aprovação da lei de pagamento da Revisão Geral Anual (RGA).

“Todos nós que estamos à frente da gestão pública temos desgaste. Nós falamos muito mais ‘não’ do que ‘sim’. Isso provoca desgaste, pois não podemos atender a tudo”, completou o secretário.

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